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Operações em 2026, até junho de 2026, causaram prejuízo de R$ 1,2 bilhão ao crime organizado, informa Comando Militar da Amazônia

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O Comando Militar da Amazônia (CMA) informou que, entre janeiro e junho de 2026, suas operações causaram prejuízo estimado em mais de 1,2 bilhão de reais ao crime organizado, decorrente de apreensões de entorpecentes, apreensão de ouro, neutralização de estruturas e da logística empregada no garimpo ilegal, além de outras ações de fiscalização e repressão aos ilícitos transfronteiriços.

Os resultados foram alcançados, segundo o CMA, com investimento aproximado de R$ 14 milhões, destinados ao emprego operacional das tropas e ao apoio logístico das ações executadas em toda a área de sua responsabilidade.

Outro resultado destacado pelo CMA foi registrado na região de Japurá (AM), área de atuação do Comando de Fronteira Japurá/17º Batalhão de Infantaria de Selva. Na ocasião, militares apreenderam cerca de 5,3 quilogramas de ouro transportados irregularmente, causando prejuízo estimado de R$ 3,5 milhões às atividades relacionadas ao garimpo ilegal.

O CMA informou, ainda, que intensificou as ações de combate aos crimes ambientais e aos ilícitos transfronteiriços por meio da Operação Escudo. A iniciativa integra o conjunto de medidas permanentes de vigilância e proteção da faixa de fronteira amazônica, contribuindo para a preservação dos recursos naturais e para a segurança da população da região.

As ações são desenvolvidas por tropas e estruturas militares desdobradas ao longo da fronteira, incluindo os Pelotões Especiais de Fronteira, que atuam em áreas estratégicas da Amazônia Legal. O emprego permanente dessas capacidades permite ampliar a fiscalização de eixos fluviais e terrestres utilizados por grupos criminosos envolvidos com o narcotráfico, o tráfico de armas e munições, o garimpo ilegal e outros delitos transnacionais.

“Nós temos, entre as nossas vocações estratégicas, o combate aos crimes transnacionais, e, durante 365 dias do ano, estamos em operações: é o que nós chamamos de prontidão operacional permanente”, afirmou o Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Luiz Gonzaga Viana Filho.


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