Ministro do STF apontou agravamento das queimadas na região amazônica.
Os alvos são suspeitos de fornecer insumos, transportar materiais e prestar apoio na extração clandestina de recursos minerais.
Número passou de 287 hectares, em 1986, para 163 hectares em 2024.
s dados citados pelo o ministro são os números oficiais registrados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes) e divulgados no último dia 16.
O estudo do Inpe mostra que o fogo foi prática recorrente de criminosos ante um cenário de maior fiscalização do governo federal.
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