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Manaus aparece no 143º lugar em lista de qualidade de vida de 2026 do Grupo The Economist com 173 cidades

Além de observar as melhores e piores cidades, o grupo também analisa os motivos que as colocam nestas posições, através de cinco categorias.

Uma lista, composta pelo Economist Intelligence Unit — braço de pesquisa e análise do grupo The Economist, que inclui o jornal homônimo — traz uma análise das mudanças em 2026 que mexeram com a qualidade de vida de 173 cidades ao redor do globo. O Brasil teve três cidade incluídas no ranking. O Rio de Janeiro é a melhor colocada na 108ª posição, sete posições à frente de São Paulo. Manaus ocupa o 143º lugar, bem depois das cem primeiras cidades.

Além de observar as melhores e piores cidades, o grupo também analisa os motivos que as colocam nestas posições, através de cinco categorias: saúde, educação, infraestrutura, estabilidade e cultura e meio ambiente. Para eles, a maioria das melhores cidades se concentram no Hemisfério Norte do planeta, com quatro na Europa, três na Oceania (em específico na Austrália), duas na Ásia (ambas no Japão) e apenas uma na América do Norte, a cidade de Vancouver, no Canadá.

Veja a seguir a lista das 10 melhores cidades e suas notas

1. Copenhague, Dinamarca – 98 pontos
2. Viena, Áustria – 97,1 pontos
3. Melbourne, Austrália – 97 pontos
4. Sydney, Austrália – 96,6 pontos
5. Zurique, Suíça – 96,4 pontos
6. Genebra, Suíça – 96,1 pontos
7. Osaka, Japão – 96 pontos
8. Adelaide, Austrália – 95,9 pontos
9. Vancouver, Canadá – 95,8 pontos
10. Tóquio, Japão – 95,7 pontos

Parte das análises também envolve identificar as cidades que mais cresceram no ranking, e as que mais perderam pontos. Nesse quesito, se destacam as maiores quedas, em sua maioria, cidades no Oriente Médio. De acordo com o ranking, isso se deu pelo recente aumento de conflitos armados na região.

Entre as maiores quedas no ranking, chegaram ao “topo” da lista Mascate (Oman) em primeiro lugar, a Cidade do Kuwait (Kuwait) em segundo, Amã (Jordânia) em terceiro, Manama (Bahrein) em quarto, Doha (Catar) em quinto, e duas grandes cidades dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi e Dubai, também nas 10 maiores quedas.

Apesar desse fator, algumas das piores cidades para se viver continuaram as mesmas de outros anos de análise. Damasco, na Síria, mantém seu status de pior cidade para se viver desde 2013. A lista inclui ainda Trípoli, na Líbia, Daca, em Bangladesh, Kiev, na Ucrânia e Lagos, capital da Nigéria.

Veja a seguir a lista das 10 piores cidades e suas notas

1. Damasco, Síria – 31,6 pontos
2. Trípoli, Líbia – 40,6 pontos
3. Daca, Bangladesh – 41,7 pontos
4. Karachi, Paquistão – 42,7 pontos
5. Argel, Argélia – 42,8 pontos
6. Lagos, Nigéria – 43,5 pontos
7. Porto Moresby, Papua Nova-Guiné – 44,1 pontos
8. Kiev, Ucrânia – 44,5 pontos
9. Harare, Zimbábue – 44,7 pontos
10. Teerã, Irã – 45,3 pontos

A seção sobre maiores aumentos, porém, trouxe um ranking quase completamente chinês. A organização explica que, após décadas de investimento público, a China teve um grande aumento em todos os índices levados em conta pelas observações.

A lista inclui, em primeiro lugar, Fuzhou, e em seguida Wuxi, Nanjing, Zhuhai, Qingdao, Shenyang, Dalian, Xian, Chongqing e Guangzhou.


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