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Brasil

Região Norte teve maior aumento de mortes no trânsito entre 2020 e 2024, aponta levantamento

Em 2024, o país registrou 37.150 mortes, um aumento de 6,5% ou de 2.269 óbitos a mais em comparação com 2023.

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A região Norte foi a que apresentou o maior aumento percentual de óbitos no trânsito, com o salto de 15,71% de 2020 a 2024. Na sequência, em ordem decrescente, a lista segue com Nordeste, alta de 11,61%, Sul, com 6,05%, e Centro-Oeste, com variação de 5,9%. Na contramão, a região Sudeste registrou uma redução nos óbitos por sinistros de trânsito, com decréscimo de 0,81%.

Os dados fazem parte do Sistema de Informações de Mortes (SIM) do Ministério da Saúde e foram divulgados pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV). Ao observar o levantamento é possível notar que desde 2020 há uma crescente nos números.

Em 2024, o país registrou 37.150 mortes, um aumento de 6,5% ou de 2.269 óbitos a mais em comparação com 2023. Os dados fazem parte do Sistema de Informações de Mortes (SIM) do Ministério da Saúde e foram divulgados pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

Ao considerar o tipo de veículo em que a vítima se encontrava durante o sinistro, os modelos de transporte com maiores aumentos percentuais entre 2023 e 2024 foram: caminhão (30,22%), seguido de ônibus (28,30%), motocicleta (14,71%) e automóvel (3,70%).

Em números totais, a motocicleta é o veículo que mais mata, com 15.459 óbitos registrados em 2024. A lista segue com: automóvel (7.853), bicicleta (1.549) e caminhão (1.086). Outros tipos de veículos representam 5.344 óbitos, enquanto os pedestres são 5.682.

Em relação ao sexo, o levantamento aponta que em 2024 os homens foram a maioria dos mortos no trânsito, e representam 82%. A faixa etária com a maior quantidade de óbitos fica entre 20 e 24 anos.

A faixa etária com o maior aumento percentual de mortes entre 2023 e 2024 aconteceu entre 60 e 64 anos, com uma variação de 17,2%. A faixa etária com a maior redução se deu entre 70 a 74 anos, com uma variação de -2,47%.

Apesar de ter dados, o OSNV afirma que o grande problema no Brasil é a falta de investigação dos sinistros. As polícias não fazem esse tipo de serviço, com exceção da Polícia Rodoviária Federal (PRF).


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