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Amazonas

‘Grito dos Excluídos’ acontece nesta segunda-feira nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Neste ano, o movimento traz o tema “Vida em Primeiro Lugar!”, em defesa da terra, paz, moradia, mulheres e soberania: “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”.

Movimentos sociais, pastorais, coletivos e organizações populares vão se reunir em Manaus, nesta segunda-feira (07/09), no 32º Grito dos Excluídos e Excluídas. A programação ocorrerá das 8h às 17h, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Neste ano, o movimento traz o tema “Vida em Primeiro Lugar!”, em defesa da terra, paz, moradia, mulheres e soberania: “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”.

De acordo com um dos organizadores, o padre Alcimar Araújo, da Arquidiocese de Manaus, a organização buscou um espaço arborizado diante das mudanças sentidas no clima. “Escolhemos uma parte do Inpa para realizar esse evento porque é um espaço onde tem sombra”, explicou.

Durante a programação, movimentos, pastorais, coletivos e outras organizações poderão apresentar suas causas e experiências durante a programação. Segundo o padre, essa aproximação permite que os participantes conheçam diferentes frentes de atuação e fortaleçam a mobilização conjunta.

A partir das 8h, ocorrerá a acolhida dos participantes. Às 9h, uma coletiva de imprensa abre oficialmente as atividades do dia. No local serão instaladas tendas temáticas e uma feira da economia popular, com artesanato, comidas e produtos regionais. Às 15h, será celebrada a Missa Amazônica. Depois da celebração, os participantes sairão em caminhada até a rotatória do bairro Coroado, onde haverá um ato público de encerramento.

O Grito dos Excluídos começou em 1995 e é realizado todos os dias 7 de Setembro, Dia da Independência. O movimento provoca a reflexão sobre a independência a partir das condições de vida e do acesso aos direitos básicos da população.

Este ano, as pautas nacionais incluem moradia digna, reforma agrária, educação pública, defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e fim da escala 6×1. E também destaca o enfrentamento ao feminicídio e todas as formas de violência contra mulheres, além do combate ao racismo e à LGBTfobia.


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