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Amazonas registra maior retração no volume de serviços entre as Unidades da Federação, em 2026, até maio, aponta IBGE

O Amazonas também registrou queda de 0,9% na atividade turística em maio, com relação ao mês anterior. E de 11,2% com relação a maio de 2025. No ano, a redução da atividade no Estado é de 1,6%.

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Com um crescimento de 0,4% com relação ao mês anterior, o Amazonas registrou em maio, a maior retração no volume de serviços do ano e, também, a maior retração nos últimos 12 meses entre as Unidades da Federação, mostram dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (15/07). O Estado teve queda de 5,5% no ano e 9,5% nos últimos 12 meses.

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A pesquisa aponta que, em maio de 2026, o volume de serviços no Brasil recuou 0,4% frente ao mês imediatamente anterior, após ter registrado alta (1,1%) em abril. Dessa forma, o setor de serviços se encontra 19,6% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em maio de 2026, 0,5% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Frente a maio de 2025, o volume de serviços cresceu 0,4%, seu 26º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a maio deste ano foi de 1,9%, frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses foi a 2,6%, reduzindo o ritmo de expansão frente ao observado em abril (2,9%).

Regionalmente, 18 das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços em maio de 2026, na comparação com o mês imediatamente anterior, evidenciando o recuo observado no resultado do Brasil (-0,4%), na série com ajuste sazonal. Entre os locais que apontaram taxas negativas nesse mês, o impacto mais importante veio do Paraná (-2,3%), seguido por Rio Grande do Sul (-2,0%), Distrito Federal (-1,6%) e Mato Grosso (-2,5%). Em contrapartida, Rio de Janeiro (1,0%) exerceu a principal contribuição positiva do mês, seguido por Bahia (2,2%), São Paulo (0,1%) e Alagoas (3,6%).

Na comparação com igual mês do ano anterior, a expansão do volume de serviços no Brasil (0,4%) foi acompanhada 12 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (1,7%), seguido por Distrito Federal (8,3%), Bahia (4,9%) e Alagoas (24,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-1,7%), Paraná (-2,2%), Ceará (-7,0%) e Amazonas (-9,5%) lideraram as perdas do mês.

No acumulado de janeiro a maio de 2026, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (1,9%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 14 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços.

O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,9%), seguido por Distrito Federal (10,5%), Mato Grosso (6,1%), Bahia (1,0%) e Santa Catarina (0,8%). Por outro lado, Ceará (-5,5%) e Minas Gerais (-1,2%) registraram influências negativas sobre índice nacional, junto com o Amazonas (-5,5%) e o Rio de Janeiro (-0,4%).

Turismo

O Amazonas também registrou queda de 0,9% na atividade turística em maio, com relação ao mês anterior. E de 11,2% com relação a maio de 2025. No ano, a redução da atividade no Estado é de 1,6%.

Em maio de 2026, o índice de atividades turísticas no País apontou decréscimo de 0,4% frente ao mês imediatamente anterior, após ter avançado 4,1% em abril. Com isso, o segmento de turismo se encontra 10,8% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em maio de 2026, 2,5% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

Regionalmente, 13 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-0,4%). A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-0,5%), seguido por Santa Catarina (-2,8%), Pernambuco (-2,6%) e Paraná (-1,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (1,4%) liderou os ganhos do turismo neste mês, seguido por Rio de Janeiro (0,1%) e Distrito Federal (0,4%).

Na comparação de maio de 2026 com o mesmo mês do ano anterior, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou retração de 1,6%, terceiro resultado negativo seguido. Neste mês, foi pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam no ramo de transporte aéreo de passageiros.


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