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Brasil

Força Aérea usa sistema antidrone em ações de combate a ilícitos transfronteiriços na Amazônia

Sistema fortalece a segurança aérea e amplia a proteção das operações de combate aos ilícitos transfronteiriços na região amazônica.

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A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que no contexto da Operação Ágata Amazônia 2026, conduzida pelo Comando Conjunto Harpia, a Força Aérea Componente (FAC) tem empregado sistemas antidrone para ampliar a proteção do espaço aéreo e fortalecer as ações de combate aos ilícitos transfronteiriços na região amazônica.

Segundo a FAB, a tecnologia é utilizada pelo Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea (3º GDAAE), com apoio do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de São Gabriel da Cachoeira (DTCEA-UA), para detectar, identificar, monitorar e neutralizar aeronaves remotamente pilotadas que possam representar ameaças às operações militares e às áreas estratégicas empregadas durante a missão. O sistema atua principalmente na vigilância de baixa altitude, permitindo rápida resposta contra equipamentos utilizados de forma irregular ou criminosa.

De acordo com o Comandante da FAC, brigadeiro do ar Mateus Barros de Andrade, a atuação da Força Aérea Componente na Operação Ágata Amazônia 2026 envolve missões coordenadas de defesa aeroespacial, reconhecimento, vigilância e apoio às tropas em solo. Nesse cenário, o sistema antidrone contribui diretamente para o aumento da consciência situacional e para a segurança dos militares envolvidos na operação.

“O nosso principal foco, durante a Operação Ágata, está nas ações de defesa aérea, medidas de controle de solo e atividades de inteligência, vigilância e reconhecimento. Para garantir a proteção do nosso material e das aeronaves empregadas em São Gabriel da Cachoeira, adquirimos também um equipamento antidrone, com o objetivo de evitar possíveis ameaças às nossas aeronaves”, destacou o Brigadeiro Mateus.

Os equipamentos possuem capacidade de detectar, identificar e neutralizar possíveis ameaças aéreas de baixa altitude, contribuindo para a proteção das aeronaves e das estruturas operacionais empregadas na missão.

A FAB informou que a utilização dessa tecnologia ganha ainda mais relevância na Amazônia, região caracterizada pela extensa área de floresta e pelos desafios logísticos e operacionais. Drones clandestinos podem ser utilizados para monitoramento ilegal, apoio ao tráfico de drogas, garimpo ilegal e outras práticas criminosas em áreas de difícil acesso.

A Operação Ágata Amazônia 2026 é coordenada pelo Ministério da Defesa e conduzida pelo Comando Conjunto Harpia, tendo como objetivo intensificar a presença do Estado na região amazônica e apoiar o combate aos crimes transfronteiriços e ambientais. As Forças Armadas atuam em conjunto, com militares da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, com apoio de agências governamentais.


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