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Amazonas

Ex-major da PMAM é excluído da corporação após escândalo de fugas no presídio militar

Decreto assinado por Wilson Lima oficializa saída definitiva de Galeno Edmilson de Souza Jales, apontado como responsável por irregularidades no Núcleo Prisional da Polícia Militar do Amazonas.

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Foto:Reprodução

O Diário Oficial do Estado do Amazonas oficializou, em decreto assinado no dia 11 de março de 2026, a exclusão definitiva de Galeno Edmilson de Souza Jales das fileiras da Polícia Militar. O ex-oficial, que chegou a ocupar o posto de Major, era o responsável pelo Núcleo Prisional da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) quando o local se tornou palco de um escândalo de fugas e saídas irregulares de detentos militares.

O documento assinado pelo governador Wilson Lima encerra a trajetória de Galeno na corporação. A decisão baseia-se em pareceres de 2022, da Procuradoria Geral do Estado (PGE-AM) e em recomendações do Comando-Geral da PM, que já apontavam para a necessidade de exclusão do oficial por desvio de conduta e quebra de hierarquia.

A medida reverte uma condição de sub judice que mantinha o militar no quadro de oficiais desde 2017 e fundamenta-se no processo administrativo n.º 01.01.022103.002627/2023-37.

A queda de Galeno Edmilson de Souza Jales começou após uma revista de rotina no presídio da Polícia Militar, no bairro Monte das Oliveiras, em Manaus. Durante a contagem dos presos, veio a surpresa: 21 policiais, que deveriam estar cumprindo pena, não estavam lá. Eles tinham saído sem autorização.

As investigações mostraram algo ainda que havia suspeitas de que esses policiais aproveitavam as saídas ilegais para cometer crimes graves, como tráfico de drogas, roubos e até assassinatos.

Toda a guarda do presídio foi presa em flagrante, acusados de ajudar ou facilitar as fugas. Para colocar ordem no local, o Comando-Geral chamou o Batalhão de Choque, que assumiu a direção do presídio imediatamente.

Ao mandar prender Galeno, o juiz Luís Alberto Albuquerque afirmou que o caso revoltou a sociedade e manchou a imagem da Polícia Militar. Para o magistrado, o problema não era um erro isolado de soldados, mas sim uma falha que vinha de quem mandava no presídio. O juiz disse que essa “bagunça” já acontecia há muito tempo e era de responsabilidade dos chefes.

começou após uma revista de rotina no presídio da Polícia Militar, no bairro Monte das Oliveiras, em Manaus. Durante a contagem dos presos, veio a surpresa: 21 policiais, que deveriam estar cumprindo pena, não estavam lá. Eles tinham saído sem nenhuma autorização.

As investigações mostraram algo ainda pior. Havia suspeitas de que esses policiais aproveitavam as saídas ilegais para cometer crimes graves, como tráfico de drogas, roubos e até assassinatos.

A situação era tão grave que toda a guarda do presídio foi presa em flagrante. Eles foram acusados de ajudar ou facilitar as fugas. Para colocar ordem no local, o Comando-Geral chamou o Batalhão de Choque, que assumiu a direção do presídio imediatamente.

Ao mandar prender Galeno, o juiz Luís Alberto Albuquerque afirmou que o caso revoltou a sociedade e manchou a imagem da Polícia Militar. Para o magistrado, o problema não era um erro isolado de soldados, mas sim uma falha que vinha de quem mandava no presídio. O juiz disse que essa “bagunça” já acontecia há muito tempo e era de responsabilidade dos chefes.


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