A Petrobras e os representantes da categoria se reuniram no domingo (21)
Categoria cobra solução para déficits da Petros e rejeita contraproposta do para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
A categoria deliberou pela paralisação parcial e pacífica dos serviços, diante da inadimplência no valor atualizado de R$ 1.926.005,63, referente a plantões médicos regularmente prestados.
Segundo o sindicato, a categoria deliberou em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10/12/2025, às 20h, na sede do sindicato, pela paralisação parcial e pacífica dos serviços.
A decisão foi tomada após a rejeição da segunda contraproposta apresentada pela estatal para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
A manifestação estava marcada para começar nesta quinta, mas, segundo a PRF, nenhuma mobilização foi registrada em todo o país.
Direito à paralisação é garantido na Constituição, mas foi regulamentado somente no setor privado.
Asprom Sindical diz que haverá uma nova assembleia, na quinta-feira (12/11) para definir os próximos passos da greve.
Segundo a entidade sindical, os empregados da Petrobras têm sido penalizados pelos sucessivos Programas de Equacionamento de Déficit (PEDs).