A expectativa é que o programa alcance até 27 milhões de brasileiros e viabilize a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas.
Em outra frente, uma parcela de R$ 2 bilhões já disponível no Fundo de Garantia de Operações (FGO) será destinada ao programa.
Programa para reduzir o endividamento das famílias pode usar R$ 97,3 bilhões.
Gastos cotidianos, como alimentação e contas fixas, seguem como o principal fator de endividamento em todas as faixas de renda, citados por 50% dos brasileiros.
Ministério do Trabalho calcula que o impacto no programa no fundo será de R$ 4,5 bilhões.
Balanço divulgado pela própria entidade atribui resultado negativo ao aumento de despesas operacionais, investimentos estruturais e à quitação de passivos herdados de gestões anteriores.
Instituto Brasileiro de Jogo Responsável diz que avaliação é alarmista.
A distribuição se mantém equilibrada: 54,84% mulheres e 45,16% homens.
Levantamento indica que 45% dizem ter buscado renda alternativa nos últimos meses, enquanto 4 em cada 10 relatam perda de ganhos recentes.