Amazonas
Sinteam informa que HapVida suspendeu atendimento eletivo a trabalhadores da educação por falta de pagamento do governo do Amazonas
De acordo com o sindicato, há faturas não pagas desde 2022 e, em 2026, somente o mês de fevereiro foi pago.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) informou nesta terça-feira (04/08) que a empresa HapVida notificou oficialmente à Secretaria de Estado de Educação (Seduc) a suspensão de atendimentos eletivos do plano de saúde dos professores, por uma dívida de R$ 52,7 milhões que o governo estadual não pagou.
De acordo com o Sinteam, há faturas não pagas desde 2022 e, em 2026, somente o mês de fevereiro foi pago. A suspensão no atendimento, diz o sindicato, já é a quinta, desde 2019.
Em abril deste ano de 2026, o Sinteam denunciou a suspensão no atendimento de plano de saúde de trabalhadores da educação no Amazonas mais uma vez. Servidores relataram interrupção de atendimentos, incluindo casos oncológicos e pré-natal. O motivo, foi a falta de pagamentos por parte do Governo do Estado do Amazonas.
A suspensão afetou diretamente servidores em tratamento contínuo, incluindo pacientes oncológicos e gestantes em acompanhamento pré-natal, que foram impedidos de realizar consultas e procedimentos ao chegarem às unidades de atendimento.
O plano de saúde, segundo o sindicato, não é um benefício concedido espontaneamente pelo Estado, mas uma conquista histórica da categoria, construída ao longo de 16 anos de mobilização e negociação.
À época, a presidente do Sinteam, professora Ana Cristina, disse que a situação representa um grave desrespeito aos trabalhadores da educação. “Estamos falando de pessoas em tratamento contínuo, de mulheres grávidas, de trabalhadores que dependem desse atendimento para garantir sua saúde e dignidade”, declarou
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