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Amazonas

Professor de jiu-jítsu investigado por estupro de alunas é preso em Manaus

Investigações apontam que o professor aproveitava o fim dos treinos para oferecer carona às alunas menores de idade. No trajeto, ele desviava o caminho e levava as adolescentes para motéis, onde cometia os abusos.

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O professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda foi preso pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), nesta segunda-feira (6). Ele é investigado por assédio, importunação sexual, estupro e estupro de vulnerável contra várias vítimas.

Segundo a Polícia Civil, o professor aproveitava o fim dos treinos para oferecer carona às alunas menores de idade. No trajeto, ele desviava o caminho e levava as adolescentes para motéis de Manaus, onde cometia os abusos.

Além disso, a polícia investiga a suspeita de que o homem oferecia as alunas a patrocinadores.

Suspeito passa por audiência de custódia

Carlos Vieira Holanda passa por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

O professor de jiu-jítsu já era considerado foragido da Justiça. No fim de maio, a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) chegou a divulgar a foto de Carlos para pedir a ajuda da população com informações sobre o paradeiro dele.

Prisão eleva número de casos no Amazonas

Com a prisão de Carlos Vieira, chega a cinco o número de professores de jiu-jitsu presos no Amazonas em menos de três anos por suspeita de crimes sexuais.

O primeiro caso foi registrado em novembro de 2024, quando o professor Alcenor Alves Soeiro, de 56 anos, foi preso em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. As investigações começaram após três alunos procurarem a Polícia Civil para denunciá-lo. Após a prisão, outras vítimas também procuraram as autoridades e relataram supostos crimes cometidos pelo professor.


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