Amazonas
Banco Vermelho passa a integrar ações de conscientização na Justiça Federal do Amazonas
A Seção Judiciária do Amazonas (SJAM) inaugurou, na sexta-feira (7), o Banco Vermelho, instalado no hall do Edifício Rio Negro. A iniciativa integra a campanha nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio e foi promovida pela Comissão Permanente de Enfrentamento do Assédio Moral, Sexual e Discriminação (CPEFAMAS), em parceria com a Comissão Mulheres da SJAM.
A cerimônia contou com a presença do diretor do Foro da Seção Judiciária do Amazonas, juiz federal Alan Fernandes Minori, e do presidente da Comissão Permanente de Enfrentamento do Assédio Moral, Sexual e Discriminação (CPEFAMAS), juiz federal Marcelo Pires Soares, que, em seus pronunciamentos, ressaltaram a importância da conscientização, da prevenção e do fortalecimento das ações institucionais voltadas ao enfrentamento da violência de gênero.
Durante a solenidade, também foi destacado o aniversário de 20 anos da Lei Maria da Penha, marco histórico na proteção dos direitos das mulheres no Brasil. A data reforça a necessidade de manter o compromisso coletivo com a prevenção, o combate à violência contra as mulheres e o enfrentamento ao feminicídio.
Instituído pela Lei nº 14.942/2024, o Banco Vermelho é um símbolo nacional de conscientização sobre a violência contra as mulheres. Além de estimular a reflexão da sociedade, o espaço reúne informações sobre os canais oficiais de denúncia e de atendimento às vítimas, reforçando a mensagem de que a violência deve ser denunciada e enfrentada por toda a sociedade.
Também prestigiaram o evento a juíza federal Ana Paula Serizawa Silva Podedworny, presidente do Comitê de Segurança Institucional, e o juiz federal Érico Rodrigo Freitas Pinheiro, titular da 8ª Vara Federal.
A Comissão Mulheres foi representada pela supervisora de comunicação Andréa Silveira, integrante da comissão.
Com a inauguração do Banco Vermelho, a Justiça Federal do Amazonas reafirma seu compromisso com a promoção dos direitos humanos, da igualdade de gênero e da construção de um ambiente institucional cada vez mais seguro, acolhedor e livre de qualquer forma de violência ou discriminação.
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