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Economia

Comércio varejista no Amazonas teve retração de 2,8% em maio de 2026, a 3ª maior do País, aponta pesquisa do IBGE

Na comparação com maio de 2025, o comércio varejista no Amazonas registrou a maior queda entre as Unidades da Federação, de 4,5%.

Foto: Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista no Amazonas registrou retração de 2,8% em maio, com relação ao mês anterior, a terceira maior queda entre as Unidades da Federação, na contramão da média nacional, que teve crescimento de 0,1%. Os dados da Pesquisa Mensal de Comércio foram divulgados nesta quinta-feira (16/07), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 


Na comparação com maio de 2025, o comércio varejista mostrou avanço em 12 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Tocantins (12,3%), Pernambuco (7,4%) e Santa Catarina (7,0%). Por outro lado, pressionando negativamente figuraram 14 Unidades da Federação, com destaque para: Amazonas (-4,5%), Rondônia (-3,5%) e Espírito Santo (-2,9%). Maranhão mostrou estabilidade (0,0%) na comparação mês contra mesmo mês do ano anterior.

Para o mesmo indicador, no comércio varejista ampliado, houve resultados positivos em 19 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Tocantins (14,3%), Espírito Santo (7,1%) e Distrito Federal (6,3%). No campo negativo, figuraram 8 Unidade da Federação, destacando-se São Paulo (-6,4%), Mato Grosso (-3,6%) e Amazonas (-3,2%).

Brasil

A alta em maio na média nacional veio depois de uma queda de 1,6% na passagem de março para abril. Na média móvel dos últimos três meses, houve uma queda de 0,2%. Nos demais tipos de comparação, no entanto, o varejo apresentou avanços: de 0,4% na comparação com maio do ano passado, de 1,7% no acumulado do ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses.

A alta de 0,1% de abril para maio foi puxada por cinco dos oito setores pesquisados: livros, jornais, revistas e papelaria (15,2%), tecidos, vestuário e calçados (3,1%), móveis e eletrodomésticos (2,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,4%) e combustíveis e lubrificantes (1,1%).

Por outro lado, três setores apresentaram queda: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,7%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,5%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,3%).

O varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e o setor de veículos e peças, por outro lado, caiu 0,2%. Os materiais de construção cresceram 2,1%, enquanto os veículos e peças avançaram 1,8%.

O comércio varejista ampliado também teve quedas de 0,3% na média móvel trimestral e de 0,6% na comparação com maio de 2025. No acumulado do ano, o setor apresentou alta de 1,3%. Já no acumulado de 12 meses, o crescimento foi 0,1%.

Receita nominal

A receita nominal do varejo cresceu 0,1% na comparação com abril deste ano, 4,4% em relação a maio de 2025, 4,2% no acumulado do ano e 4,8% no acumulado de 12 meses.

Considerando-se o varejo ampliado, a receita nominal teve altas de 0,4% na passagem de abril para maio, de 2,3% na comparação com maio do ano passado, de 3% no acumulado do ano e de 2,8% no acumulado de 12 meses.


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