Brasil
Amazonas terá uma das UTIs da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes anunciada por Lula, informa ministro da Saúde
14 UTIs inteligentes interligadas serão distribuídas por todas as regiões do país, em Estados considerados estratégicos.
Uma das 14 UTIs da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes anunciada nesta quarta-feira (07/01) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficará no Amazonas, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. De acordo com o ministro, a Rede será implantada em 3 eixos, com foco na ampliação do acesso à alta complexidade, redução do tempo de espera e uso intensivo de tecnologia no atendimento.
O 2º eixo, informou Padilha, é a implantação de 14 UTIs inteligentes interligadas, distribuídas por todas as regiões do país, em Estados considerados estratégicos. As unidades usarão IA e telemedicina para monitoramento remoto e padronização de protocolos, com previsão de início de operação de parte delas em 2026. Ficarão no Amazonas, Pará, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Ceará e Piauí.
Lula anunciou a criação da Rede com uso intensivo de IA (inteligência artificial), integração digital do atendimento e investimentos em alta complexidade. E afirmou que a nova rede amplia o acesso da população mais pobre à alta tecnologia. “O povo não tem avião. Ele tem o ônibus, depois o Samu. Agora precisa ter acesso à inteligência artificial para melhorar a vida”, disse.
Na cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, Lula também assinou o contrato de R$ 1,7 bilhão com o NDB (Novo Banco de Desenvolvimento), o Banco do Brics, presidido por Dilma Rousseff, que financiará parte central do projeto.
Alexandre Padilha afirmou que a Rede terá foco na ampliação do acesso à alta complexidade, redução do tempo de espera e uso intensivo de tecnologia no atendimento.
O 1º eixo, segundo o ministro, estabelece a construção do 1º hospital público inteligente do país, no Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo. Financiada pelo Banco do Brics, a unidade terá investimento de R$ 1,7 bilhão, cerca de 800 leitos –mais de 300 de UTI– e prazo de 3 a 4 anos para conclusão.
Segundo o governo, o modelo permitirá iniciar o atendimento ainda no Samu, com transmissão de dados em tempo real e redução do tempo de espera;
O 3º eixo, disse Padilha, envolve a modernização de hospitais estratégicos, com diferentes modelos de financiamento. Inclui a reestruturação da rede federal do Rio de Janeiro, o novo hospital de oncologia da Baixada Fluminense, o hospital da Unifesp e o novo Hospital do Grupo Hospitalar Conceição, no Rio Grande do Sul, por meio de Parceria Público privada (PPP).
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