Amazonas
Promotora de Justiça Leda Albuquerque toma posse e comandará Ministério Público do Amazonas até 2028
“Coloco-me, pela terceira vez, à frente e a serviço desta pujante instituição ministerial”, disse Leda em discurso.
A Promotora de Justiça Leda Mara Nascimento Albuquerque assumiu, nesta quinta-feira (15/10), o cargo de Procuradora-Geral de Justiça do Amazonas para o biênio 2027-2028, empossada pelo Colégio de Procuradores de Justiça, para seu terceiro mandato. Ela já foi procuradora geral entee 2018 e 2020 e entre 2024 e 2026, sempre eleita em primeiro lugar na lista tríplice escolhida pelos os membros do Ministério Público do Estado (MPAM).
Leda ingressou no MPAM em 1996, após graduar-se em direito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Ela, que é promotora de Justiça de Entrância Final, acumula experiência em funções estratégicas da instituição, tendo ocupado os cargos de secretária-geral e subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Administrativos, além de ter integrado o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Para o biênio 2027-2028, a PGJ Leda Mara mantém os nomes na Administração Superior: a procuradora de Justiça Anabel Vitória Mendonça de Souza segue subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos e Institucionais, e o promotor de Justiça André Virgílio Belota Seffair segue subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Administrativos.
“Coloco-me, pela terceira vez, à frente e a serviço desta pujante instituição ministerial. Recebo, mais uma vez, a missão de conduzir o Ministério Público do Estado do Amazonas, renovando o compromisso de honrar o juramento que prestei ao ingressar nos quadros desta instituição”, discursou a PGJ.
A PGJ do Amazonas também é presidente do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), coordenando a Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid), e liderando a Comissão Permanente dos Direitos da População em Situação de Privação de Liberdade do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH).
“Seguiremos com o engrandecimento da nossa presença aqui em Manaus e no interior do estado, porque conhecemos a dimensão singular do Amazonas e sabemos que a distância geográfica jamais pode significar distância da Justiça”, enfatizou em trecho do seu discurso.
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