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Amazonas

PIB do Amazonas registra queda de 0,8% no 2° trimestre de 2026, aponta do Instituto da Fundação Getúlio Vargas

O resultado do Amazonas foi influenciado principalmente pela queda na indústria do estado, com a indústria de transformação.

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O Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas recuou 0,8% no segundo trimestre de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025, segundo o estudo “Desempenho do PIB da região Norte no 2º trimestre de 2026”, dos economistas Juliana Trece e Claudio Considera, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE).

No panorama regional, a maioria dos estados da região Norte registrou crescimento do PIB em relação ao mesmo período do ano anterior. O Amazonas registrou a maior queda na comparação com outros estados da região. O Pará registrou queda (-0,2%). Como os dois estados representam mais de 60% do PIB da região, o resultado contribuiu para deixar o crescimento do Norte próximo da estabilidade, com alta de 0,2%.

Segundo o estudo, o resultado do Amazonas foi influenciado principalmente pela queda na indústria do estado, com a indústria de transformação sendo citada como um destaque negativo. Entre as atividades que registraram redução estão a fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, máquinas e outros equipamentos.

Brasil

No segundo trimestre de 2026, o PIB cresceu 0,5% frente ao primeiro trimestre de 2026, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (2,8%), com Serviços (0,2%) e Indústria (0,1%) também mostrando variação positiva.

O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No mesmo período, a taxa de investimento foi de 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% do segundo trimestre de 2025. Já a taxa de poupança foi de 16,6%, superando os 16,5% do mesmo trimestre de 2025.

Em relação ao 2º trimestre de 2025, o PIB avançou 2,0%, com crescimento na Agropecuária (6,8%), na Indústria (1,5%) e nos Serviços (1,5%).


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