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Amazonas

Nível do Rio Negro em Manaus ficou parado nesta terça-feira (23/06), informa medição do Porto de Manaus

Desde o início do período de enchente, o Negro já subiu 9,61 metros.

O nível do Rio Negro ficou parado nesta terça-feira (23/06), de acordo com a medição do Porto de Manaus. O nível das águas permaneceu o mesmo do dia anterior, em 28,51 metros. Desde o início do período de enchente, o Negro já subiu 9,61 metros. Em 2025, na mesma data, o nível havia subido 1 centímetro e a cota ficou em 28,96 metros.

nivel-do-rio-negro-em-manaus-fEm 2025, o Negro atingiu sua maior cota no dia 5 de julho, com 29,05 metros e começou a vazante no dia 9 do mesmo mês. A maior cheia histórica do Rio Negro ocorreu em 2021, quando o rio atingiu a marca recorde de 30,02 metros em Manaus. A maior vazante (seca) já registrada na história do Rio Negro em Manaus ocorreu em outubro de 2024, quando o nível do rio atingiu a marca histórica de 12,11 metros.

As temperaturas médias globais provavelmente continuarão em níveis recordes ou próximo deles até 2030, de acordo com um novo relatório da Organização Meteorológica Mundial, OMM, produzido pelo Met Office do Reino Unido.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira, afirma que as temperaturas médias globais próximas à superfície durante 2026 a 2030 devem variar entre 1,3°C e 1,9°C acima da média de 1850-1900, a era pré-industrial.

Os dados revelam ainda uma chance de 86% de que um dos anos de agora até 2030 ultrapasse 2024 como o ano mais quente já registrado.

O autor principal do relatório, Leon Hermanson, ressaltou que há um El Niño previsto para o final deste ano, o que aumenta as chances de que 2027, seja o próximo ano recorde.
Os especialistas afirmam ser excepcionalmente improvável que, nos próximos cinco anos, a temperatura ultrapasse 2°C acima da média pré-industrial.

E o estudo cita o Brasil, ao afirmar que previsões de chuvas para as estações, de maio a setembro, sugerem anomalias úmidas na região do Sahel, norte da Europa, Alasca e Sibéria, e anomalias secas sobre a Amazônia entre 2026 e 2030.

O estudo ressalta ainda que partes do Brasil provavelmente ficarão mais secas do que o habitual.
A Defesa Civil do Amazonas informou que há a possibilidade da estiagem prevista para o segundo semestre de 2026 se assemelhar “muito ao ano de 2023”, quando o rio Negro atingiu níveis historicamente baixos pela primeira vez, chegando a 12,70 metros em Manaus, o menor nível até então.


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