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Amazonas

Economia do Amazonas teve saldo de 3.650 empregos em julho de 2026, aponta Caged

Os dados divulgados pelo Caged apontam que 58.568 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em julho no Brasil.

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A economia do Amazonas gerou um saldo de 3.650 empregos com carteira assinada em julho de 2026, resultado de 29.496 admissões e 25.846 desligamentos, gerando um estoque de 578.982 empregados no Estado, de acordo com os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

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economia-do-amazonas-teve-sald

economia-do-amazonas-teve-saldCom 2.219 vagas, o setor de serviços foi o que gerou mais empregos em julho no Amazonas, seguido pela construção, o comércio e a indústria. A maioria do saldo de empregos foi gerada em Manaus. O número de julho de 2026 no Amazonas é três vezes mais do que em julho do ano anterior, de 1.202.

Os dados divulgados pelo Caged apontam que 58.568 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em julho no Brasil. O saldo é 57,3% menor em relação a junho, quando o país criou 137.044 empregos. Em relação aos meses de julho desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.

De janeiro a julho, o Caged registrou queda de 20,9% no acumulado de vagas formais:
– 972.203 (sete meses de 2026);
– 1.229.107 (sete meses de 2025).

Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Quatro das cinco regiões registraram abertura de vagas formais em julho.
– Sudeste: +21.668 postos
– Nordeste: +18.973
– Centro-Oeste: +9.943
– Norte: +8.375
– Sul: -628

Na divisão por unidades da federação, 22 registraram saldo positivo e cinco demitiram mais do que contrataram. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (+17.814), Mato Groso (+5.766) e Minas Gerais (+5.199).

As unidades da federação que eliminaram empregos formais em julho foram Espírito Santo (-2.605), Rio Grande do Sul (-903), Tocantins (-366), Santa Catarina (-248) e Distrito Federal (-134).
Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em julho.
– Serviços: +24.098 postos;
– Construção civil: +12.691;
– Agropecuária: +12.523;
– Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): +11.315

Um setor demitiu mais do que contratou em julho:
– Comércio: -8.114 postos

Tradicionalmente, o mês de julho é fraco para o comércio, principalmente para o varejo, que dispensou 3.674 pessoas a mais do que admitiu.
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Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de transporte, armazenagem e correio, com a abertura de 18.150 postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 12.235 vagas. O setor de educação, no entanto, fechou 7.352 postos.

Na construção civil, o destaque positivo ficou com o segmento de obras de infraestrutura, que abriu 7.087 empregos formais. Em segundo, vêm os serviços especializados para construção, com 4.253 postos.

Na indústria, o maior gerador de empregos foi a fabricação de produtos alimentícios, com 6.994 vagas, seguida por fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (+3.440) e fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (+1.950).


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