Conecte-se conosco

Amazonas

Amazonas tem maior alta nacional em preços da construção civil com 2,67% em agosto, aponta IBGE

No acumulado dos últimos 12 meses, a variação nacional foi de 7,03%. O custo nacional da construção por metro quadrado chegou a R$ 1.993,76

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) no Amazonas teve variação positiva de 2,67% em agosto e registrou a maior alta entre as unidades da federação incluídas na pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (11/9). No estado, o custo médio do metro quatro ficou em R$ 2.000,18, valor acima da média nacional que chegou a R$ 1.993,76.

De acordo com a pesquisa, o reajuste nas categorias profissionais firmado em acordo coletivo contribuiu para  o estado do Amazonas registrar a maior variação mensal , 2,67%, seguido por Mato Grosso do Sul, 2,34%, Paraná, 2,25%, e Distrito Federal, 2,11%, também sob influência de convenção trabalhista.

No Brasil, o Sinapi apresentou dado positivo de 0,44% em agosto. O resultado representa manutenção do patamar do mês anterior, quando também atingiu 0,44%.

Esse índice tem como objetivo medir a variação de preços no setor da construção civil. O foco desse indicador é a construção habitacional.

Com o resultado, o acumulado nos últimos doze meses foi para 7,03%, resultado abaixo do registrado nos doze meses imediatamente anteriores (7,40%). Em agosto de 2025 o índice foi 0,79%.

O custo nacional da construção por metro quadrado, que em julho fechou em R$ 1.985,10, passou em agosto para R$ 1.993,76, sendo R$ 1.124,06 relativos aos materiais e R$ 869,70 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou desaceleração, com uma variação de 0,35% para o mês, ficando 0,13 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de julho (0,48%). Em agosto de 2025 os materiais registraram uma alta de 0,50%, 0,15 ponto percentual acima do mesmo mês do ano corrente.

Já a mão de obra, com variação de 0,55%, e alguns acordos coletivos firmados no período, apresentou alta, ficando 0,16 p.p. acima da taxa registrada em julho, 0,39%. Em relação a agosto de 2025 (1,18%), houve forte desaceleração, 0,63 p.p.

Os acumulados no ano foram para 4,24% (materiais) e 6,95% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 5,65% (materiais) e 8,88% (mão de obra), respectivamente.

Sem considerar a desoneração da folha de pagamento de empresas de construção civil, o Amazonas mantém a maior variação nacional, com 2,80%:

 


Clique para comentar

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

14 − 11 =