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Amazonas

Uma pessoa é presa em investigação do MPAM sobre incêndio criminoso em São Sebastião do Uatumã (AM)

O nome do suspeito não foi divulgado. A prisão foi realizada em flagrante, convertida em preventiva, após audiência de custódia.

Equipe da Operação Boitatá que investiga incêndios criminosos. (Foto:Reprodução)

Uma pessoa foi presa em flagrante em São Sebastião do Uatumã (AM), na última terça-feira (03/11), durante a operação “Boitatá” que investiga incêndios registrados no município durante os meses de setembro e outubro de 2026. A ação é realizada pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de São Sebastião do Uatumã, com o objetivo de fortalecer a fiscalização ambiental e a responsabilização dos envolvidos em crimes ambientais.

O nome do suspeito preso não foi divulgado. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva, após audiência de custódia.

A operação conta com a atuação integrada do MPAM, do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), da Perícia Criminal do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), da Polícia Militar e da Assessoria de Segurança Institucional do MP (Assinst).

A ação, de acordo com o MPAM, utiliza drones equipados com câmeras de alta resolução para captar imagens, coletar dados de geolocalização e auxiliar no monitoramento das áreas atingidas.

As informações obtidas são analisadas em conjunto com dados da plataforma MP-Maps, ferramenta que busca otimizar a atuação ministerial na fiscalização e na defesa do meio ambiente.

Segundo o promotor de Justiça, Christian Anderson Ferreira da Gama, responsável pela condução da “Boitatá”, a integração entre os órgãos é fundamental para a apuração das responsabilidades nas esferas cível e criminal, além de permitir a identificação das causas e da dinâmica dos incêndios.

“A atuação conjunta é essencial para a apuração dos incêndios ocorridos em São Sebastião do Uatumã. No mesmo ato, é realizada a perícia criminal, que visa estabelecer as causas do crime e sua dinâmica, além da autuação pelo Ipaam”, explicou.


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