Economia
Confiança do consumidor volta a subir após 2 meses de queda, diz FGV
Alta na confiança do consumidor em março foi influenciada, principalmente, pelos dados positivos sobre a expectativa para os próximos meses.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), registrou alta de 2 pontos em março, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (25/3) pela instituição.
Neste mês, de acordo com o levantamento da FGV, o indicador ficou em 88,1 pontos.
Trata-se do nível mais alto de confiança do consumidor desde dezembro do ano passado (89,1 pontos).
Expectativas futuras puxam alta do indicador
Em médias móveis trimestrais, o indicador que mede a confiança do consumidor brasileiro recuou 0,3 ponto, para 87,2 pontos.
De acordo com o levantamento da FGV, a alta na confiança do consumidor em março foi influenciada, principalmente, pelos dados positivos sobre a expectativa para os próximos meses. O Índice de Expectativas (IE) avançou 3,4 pontos, para 92,1 pontos.
O Índice de Situação Atual (ISA), por outro lado, registrou queda de 0,3 ponto, para 83,2 pontos.
Economia e renda influenciam percepção dos consumidores
“A alta da confiança em março foi impulsionada pela melhora das expectativas para os próximos meses e disseminada entre as faixas de renda, com exceção aos consumidores que recebem acima de R$ 9,6 mil. Entre os quesitos, o indicador que mede a percepção financeira futura das famílias foi o que mais contribuiu para o resultado agregado, em um movimento de redução do pessimismo das finanças pessoais”, afirma a economista Anna Carolina Gouveia, economista do FGV Ibre.
“Fatores como a manutenção do emprego e da renda, controle da inflação e redução recente das taxas de juros parecem ter influenciado positivamente a percepção sobre o horizonte futuros dos consumidores”, explica Anna Carolina.
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