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Amazonas

Em Manaus, preço da gasolina tem terceiro aumento após início da guerra no Irã e chega a até R$ 7,59

Na semana passada, a Senacon, a ANP e a Polícia Federal (iniciaram operações conjuntas em postos de combustíveis e distribuidoras.

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Vários postos de combustíveis de Manaus passaram a cobrar R$ 7,59 pelo litro da gasolina comum, ontem, domingo (22/03). É o segundo aumento em 15 dias. Até sexta-feira, o preço era R$ 7,29. Até 6 de março, o preço era R$ 6,99 Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o preço médio da gasolina em Manaus regista altas desde o início de 2026.

Até a última sexta-feira, no Brasil, o valor médio do litro da gasolina teve alta de 5,5% desde o início da guerra entre EUA e Israel contra o Irã. Em uma semana, o preço médio da gasolina comum teve um aumento de 2,94%. De R$ 6,46 passou para R$ 6,65 e tende a aumentar nesta semana. A pesquisa identificou cobrança de até R$ 8,99 no preço do litro diesel e de R$ 9,39 no valor da gasolina comum em algumas cidades, na última semana.

O aumento tem relação com a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que revidou com ataques a bases aéreas norte-americanas no Oriente Médio e bloqueou o Estreito de Ormuz — canal marítimo por onde passa um quinto do petróleo mundial.

Desde o início da semana passada, Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Polícia Federal (PF) vêm realizando operações conjuntas em postos de combustíveis e distribuidoras.

A ANP, até quinta-feira (19/03), fiscalizou 138 agentes econômicos, sendo 117 postos de combustíveis, 19 distribuidoras e dois postos flutuantes, em 49 cidades de 12 unidades da federação. Como resultado, a agência lavrou 36 autos de infração, dez deles por indícios de preços abusivos, além de nove autos de interdição por irregularidades diversas.

No caso da ANP, as multas para casos comprovados de preços abusivos e retenção irregular de estoques variam entre R$ 50 mil e R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da infração e do porte econômico do infrator.


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