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Amazonas

Sindicato divulga pauta de reivindicações de 2026 de trabalhadores da Seduc-AM

A pauta principal inclui recomposição salarial imediata, contemplando: 7,19% referentes à data-base em atraso.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) divulgou, nas redes sociais na internet, a pauta com 16 reivindicações de 2026 à Secretaria de Educação do Estado (Seduc-AM) aprovadas em Assembleia de seus associados, no último dia 27/02.

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A pauta principal inclui recomposição salarial imediata, contemplando: 7,19% referentes à data-base em atraso; 5% a título de ganho real e compensação de retroativos; aplicação do índice inflacionário acumulado até março de 2026.

O Sinteam também reivindica revisão e atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR); pagamento retroativo das progressões por titularidade, desde a data do protocolo do requerimento administrativo junto à Seduc; e o retroativo das progressões por tempo de serviço, com correção monetária.

Também pede reajuste de 100% no vale-alimentação, com atualização anual automática pelo índice inflacionário oficial; eeajuste de 100% no auxílio-localidade e garantia de plano de saúde para aposentados, bem como manutenção ininterrupta do plano de saúde dos trabalhadores ativos, assegurando cobertura na capital e no interior.

Creches

O Sinteam informou também que ingressou com representações no Ministério Público do Estado (MPE) e no Ministério Público do Trabalho (MPT) para apuração do aumento do número de vagas nas creches e na educação infantil da rede municipal de Manaus, sem a correspondente ampliação do efetivo, melhoria da infraestrutura ou garantia de condições adequadas de trabalho.

A medida, segundo o sindicato, vai provocar sobrecarga nas professoras, especialmente da educação infantil e creche, em unidades que, em sua maioria, funcionam em prédios alugados, sem estrutura adequada para atender bebês e crianças pequenas. “Soma-se a isso a ausência de cumprimento do HTP, a falta de suporte aos alunos neurodivergentes, mesmo com legislação garantindo esse atendimento, e o impacto direto na saúde física e mental das trabalhadoras, conforme já denunciado por este sindicato”, afirma.


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