Amazonas
Sindicato diz a ministro da Educação, que faltam carteiras e merenda e houve aumento da carga horária dos professores no Amazonas
Segundo o representante da entidade, há escolas sem merenda escolar, falta de carteiras e alunos estudando sentados no chão.
A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) aproveitou a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, em Manaus, quinta-feira (26/02), para informar ao governo federal e pedir ajudar contra, segundo a entidade, a falta de carteiras e merenda e o aumento da carga horária dos professores.
O pedido ocorreu durante visita do ministro à Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no bairro Coroado, na zona Leste de Manaus, onde ele anunciou a construção de escolas indígenas no Estado.
A direção do Sinteam disse que as condições atuais comprometem a qualidade do ensino e exigem medidas urgentes para garantir recursos, infraestrutura adequada e valorização dos profissionais da educação.
Segundo o representante da entidade, há escolas sem merenda escolar, falta de carteiras e alunos estudando sentados no chão. A denúncia foi direcionada também ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável por repasses federais para programas educacionais.
O sindicato afirma que os problemas atingem tanto a capital quanto o interior do estado e criticou ainda o aumento de 25 minutos na carga horária dos trabalhadores da educação em meio ao que classifica como “cenário de colapso estrutural”.
A entidade informou que pretende formalizar as denúncias junto à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Ministério Público Federal (MPF), solicitando fiscalização e apuração sobre a destinação das verbas federais da educação no Amazonas.
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