Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.
A variação para o período de 12 meses encerrado em dezembro é a menor registrada pelo índice de preços desde 2018 (3,75%).
Pesquisa realizada com economistas é divulgada semanalmente pelo Banco Central.
O indicador costuma a ser referência para atualização de valores de contratos e preços de aluguéis, conta de luz e telefone, mensalidades escolares, planos de saúde...
Deflação registrada no ano refletiu a desaceleração da atividade global e a incerteza elevada, que contiveram os repasses de aumentos de custos.
No mês, índice subiu 0,25% pressionado por passagens aéreas e transporte por aplicativo. No ano, café sobe 41%.
A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,25% ao ano até o final de 2026.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) diminuiu 0,2% em relação ao mês anterior.
Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,16% para 4,1%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.