Conta de luz e passagem de avião puxaram IPCA-15 para baixo.
Nesse cenário, o orçamento ficaria congelado em termos reais no patamar de 2026, sem acompanhar o crescimento da arrecadação.
Essa foi a quarta alta consecutiva da estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Indicador veio acima do esperado pelo mercado, que previa alta de 0,73% no mês passado; acumulado em 12 meses supera teto da meta.
Relatório aumentou expectativa para o IPCA pela terceira semana consecutiva; estimativa para o crescimento PIB caiu de 1,86% para 1,85%.
Previsão para Selic e dólar é de estabilidade, diz boletim Focus.
Índice acelera após deflação em agosto e acumula alta de 4,47% em 12 meses, perto do teto da meta.
Relatório de Política Monetária também prevê crescimento de 1,4% para a economia brasileira em 2027.
Expectativa para inflação sobe para 4,92%, diz Boletim Focus.