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Tok&Stok, rede de móveis e acessórios de decoração, fecha loja em shopping de Manaus

Com conceito One Stop Shop, a loja tinha 3.200 metros quadrados (m²) e mix de 9.500 produtos.

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A Tok&Stok, rede de móveis e acessórios de decoração fechou sua loja no Shopping Ponta Negra, em Manaus, a única da rede na capital do Amazonas. O fechamento ocorreu quase cinco anos após a inauguração, em agosto de 2021. Com conceito One Stop Shop, a loja tinha 3.200 metros quadrados (m²) e mix de 9.500 produtos.

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O grupo Toky, dono das redes de lojas de móveis Tok&Stok e Mobly, teve aceito o pedido de recuperação judicial pela Justiça para renegociação de R$ 1,1 bilhão em dívidas, segundo comunicado da companhia ao mercado.

Dona da Tok&Stok recebe sinal verde para seguir com recuperação judicial. Em comunicado ao mercado, a Toky informou que a a 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível do Estado de São Paulo aprovou o processamento do pedido de recuperação judicial da companhia e de suas subsidiárias.

O pedido de recuperação judicial relata dívidas de R$ 1,1 bilhão. Em comunicado ao mercado quando informou o processo de renegociação de dívidas, a empresa disse que “o ambiente macroeconômico desafiador, especialmente para o setor de varejo de móveis e decoração, caracterizado por taxas de juros ainda elevadas, maior nível de endividamento das famílias, condições de crédito mais restritivas têm resultado em menor confiança do consumidor e postergação de decisões de compra”.

“O objetivo é resguardar a empresa e suas controladas, e viabilizar a continuidade de suas atividades e preservar os serviços por elas prestados”, diz a empresa. O pedido foi ajuizado na Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível do Estado de São Paulo, sob segredo de Justiça. Milhões bloqueados Situação da empresa se agravou após bloqueio de R$ 77 milhões por uma instituição de pagamentos. Conforme o pedido de recuperação judicial, a situação financeira da Toky se agravou drasticamente depois que a instituição de pagamentos SRM bloqueou um total de R$ 77 milhões das empresas do grupo.

A Toky afirma que o bloqueio é “extremamente superior aos débitos vencidos”. Segundo a empresa, o valor efetivamente vencido é de R$ 1,3 milhão. A Toky diz que encaminhou e-mails de contestação e notificações extrajudiciais à SRM, para restabelecer “o fluxo regular dos repasses”, mas não teve sucesso.

Bloqueios têm potencial de inviabilizar o negócio “em curtíssimo prazo”, diz a Toky. “É evidente que a manutenção das constrições promovidas pela SRM possui potencial concreto de inviabilizar, em curtíssimo prazo, a continuidade das atividades empresariais das requerentes e esvaziar completamente o resultado útil deste processo recuperacional”, diz o pedido de recuperação judicial.

Em meio ao pedido de recuperação judicial, a empresa comunicou ainda que a gestora SPX está negociando a venda


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