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IBGE: volume de serviços no Amazonas acumula queda de 2,6% no primeiro trimestre de 2026

Os números foram divulgados nesta sexta-feira (15/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Em março de 2026, o volume de serviços no Amazonas mostrou crescimento de 0,3% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais. Na comparação com igual mês do ano anterior, o resultado é negativo: -3,9%. No acumulado do ano, há uma queda de 2,6%. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (15/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O volume de serviços no Brasil em março de 2026 mostrou queda de 1,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ter apresentado estabilidade (0,0%) em fevereiro de 2026. Dessa forma, o setor de serviços está 18,2% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em março de 2026, 1,7% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Frente a março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,0%, seu 24º resultado positivo consecutivo.

O acumulado de janeiro a março deste ano foi de 2,3%, frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses foi a 2,8%, mantendo o ritmo de expansão frente ao observado em fevereiro (2,8%) e assinalou a taxa menos intensa desde outubro de 2024 (2,7%).

Regionalmente, a menor parte das unidades da federação (13 das 27) assinalou retração no volume de serviços em março de 2026, na comparação com o mês imediatamente anterior, a despeito do recuo observado no resultado do Brasil (-1,2%) – série ajustada sazonalmente.

Entre os locais que apontaram taxas negativas, o impacto mais importante veio de São Paulo (-2,1%), seguido por Mato Grosso (-5,2%), Pernambuco (-3,9%) e Mato Grosso do Sul (-6,0%). Em contrapartida, Distrito Federal (10,3%) e Rio de Janeiro (1,8%) exerceram as principais contribuições positivas do mês, seguidos por Santa Catarina (2,7%), Paraná (0,3%), Rio Grande do Norte (2,1%) e Alagoas (2,5%).

Na comparação com março de 2025, a expansão do volume de serviços no Brasil (3,0%) foi acompanhada por 14 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (4,0%), seguido por Rio de Janeiro (5,2), Distrito Federal (16,2%), Rio Grande do Sul (3,5%) e Santa Catarina (3,4%). Em sentido oposto, a Bahia (-2,9%) liderou as perdas do mês, seguida por Ceará (-3,3%), Amazonas (-3,9%), Mato Grosso (-2,1%) e Goiás (-2,0%).

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (2,3%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 15 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços.
O principal impacto positivo ocorreu em São Paulo (4,4%), seguido por Distrito Federal (11,2%), Mato Grosso (10,8%), Santa Catarina (0,5%) e Rondônia (7,7%). Por outro lado, Minas Gerais (-1,6%) registrou a influência negativa mais importante sobre índice nacional, seguido por Ceará (-4,7%), Paraná (-1,0%) e Rio de Janeiro (-0,3%).

Turismo

Em março de 2026, o índice de atividades turísticas apontou retração de 4,0% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 5,4%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 6,5% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em março de 2026, 6,3% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. Regionalmente, 14 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-4,0%).

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o agregado especial de atividades turísticas mostrou expansão de 0,9% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de serviços de catering, bufê e de comida preparada; restaurantes; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, 10 dos 17 locais investigados também registraram taxas positivas, com ganhos vindos do Rio de Janeiro (8,4%) e de São Paulo (1,6%), seguidos por Bahia (1,7%), Rio Grande do Norte (6,8%) e Amazonas (5,4%).


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