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Em nota, Flavio Bolsonaro confirma pedido de patrocínio a Vorcaro e nega irregularidades
O senador negociou um repasse de cerca de R$ 134 milhões, diretamente com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro segundo reportagem do Intercept Brasil.
Filho do presidente disse que CPI da Pandemia teve tom político
Em nota divulgada na tarde desta quarta-feira (13/05), o senador e pré-candidato a presidente do Brasil Flávio Bolsonaro (PL) confirmou que pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.
Flávio admite busca por financiamento privado
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), negociou um repasse de US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões, diretamente com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro segundo reportagem divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Intercept Brasil.
A reportagem afirma ter tido acesso a áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários ligados à negociação entre os envolvidos. Os recursos seriam destinados à produção do longa “Dark Horse”, cinebiografia inspirada na trajetória política do pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Senador cita ausência de recursos públicos
“Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet”, diz a nota de Flavio à imprensa.
Flavio disse que conheceu Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. “O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo”.
A nota encerra:
Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do Master já.
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