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Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado
Presidente americano disse que ação militar foi realizada com sucesso e que o ditador venezuelano foi levado para fora do país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

Trump acrescentou que a operação foi feita em conjunto com a Polícia dos EUA e que daria mais detalhes em breve. Ele também anunciou uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a realização de um ataque militar em larga escala na Venezuela. Segundo Trump, o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do território venezuelano em uma operação conjunta com a Polícia dos EUA.
Explosões e fumaça preta foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira por volta das 3h (horário de Brasília). Paralelamente, a FAA proibiu voos americanos no espaço aéreo venezuelano citando riscos de segurança.
O governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa. Enquanto Colômbia e Cuba condenaram a intervenção, o Pentágono já havia reforçado o contingente militar no Caribe nos últimos meses.
Diversas nações manifestaram-se neste sábado (3) após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar a realização de ataques militares e a captura de Nicolás Maduro na Venezuela. Enquanto aliados de Caracas condenam a intervenção armada, países europeus pedem moderação e monitoram a segurança de cidadãos na região.
O governo brasileiro deve realizar na manhã deste sábado (3) reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para debater os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. O encontro terá a participação de diplomatas e militares.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará por vídeo e pediu para ser informado sobre todos os detalhes. O chefe do Executivo também avalia antecipar o retorno a Brasília.
A Rússia classificou a operação como um “ato de agressão armada” e defendeu que as partes evitem uma escalada, focando em soluções via diálogo. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, descreveu a ação como um ataque “criminoso”.
Já o governo da Colômbia manifestou “profunda preocupação” e rejeitou medidas unilaterais que coloquem em risco a população civil. Internamente, o governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa.
Na Europa, a Espanha solicitou o respeito ao direito internacional e a desescalada do conflito. Alemanha e Itália confirmaram que equipes de crise acompanham os desdobramentos em Caracas e a situação de suas comunidades no país.
A União Europeia, por meio da chefe de política externa, Kaja Kallas, cobrou “moderação”. Em um post no X, Kallas disse ter conversado com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio sobre os ataques militares.
“A UE afirmou repetidamente que o SR. Maduro carece de legitimidade e defendeu uma transição pacífica. Em todas as circunstâncias, os princípios do direito internacional e a Carta da ONU devem ser respeitados. Apelamos a moderação”, escreveu.
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