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Economia da Argentina cai 1,7% em agosto, agrava perdas e indica recessão

Em julho, atividade da economia argentina havia caído 1,5%, e país de Milei, admirado por Flávio Bolsonaro, se encaminha para recessão.

A economia da Argentina continua piorando. Após uma queda de 1,5% em julho (na comparação com o mesmo mês de 2025), o país de Javier Milei registrou, em agosto de 2026, uma queda de 1,7% na comparação com agosto do ano passado.

O Estimador Mensal de Atividade Econômica (Emae) foi divulgado nesta quarta-feira pelo Indec, o equivalente ao nosso IBGE. Na comparação entre agosto e julho de 2026, houve um aumento de 0,1%, em termos com ajuste sazonal, ou seja, que leva em conta as diferenças entre os meses, como número de dias úteis, por exemplo.

O PIB caiu 0,6% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre de 2026. Se a economia recuar novamente no terceiro trimestre, a atividade econômica terá registrado seis meses consecutivos de contração, entrando, assim, em recessão.

Na comparação com agosto de 2025, cinco setores econômicos incluídos no Emae registraram crescimento. Destacam-se, entre eles, o setor de Mineração e Extração (11,1% na comparação anual) e o de Eletricidade, Gás e Água (4,3% na comparação anual).


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