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Economia

Prévia do PIB interrompe série negativa e cresce 0,7% em novembro de 2025

Após encolher nos meses de setembro e outubro, a prévia do PIB ganhou força e fechou novembro em 109,3 pontos na série dessazonalizada (livre de influências sazonais).

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A economia brasileira reverteu o ritmo de desaceleração e cresceu 0,68% em novembro de 2025, segundo dados do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), indicador do BC (Banco Central) conhecido por antecipar o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto), a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país.

Atividade econômica nacional avançou 0,68% em novembro. Após encolher nos meses de setembro e outubro, a prévia do PIB ganhou força e fechou novembro em 109,3 pontos na série dessazonalizada (livre de influências sazonais). A expectativa do mercado financeiro indicava para uma alta de 0,3% do indicador.

Resultados negativos surgiram após níveis recordes. A perda de ritmo da atividade econômica nacional nos últimos meses reverteu o auge de 110,4 pontos alcançado no mês de abril do ano passado.

Indústria e serviços guiam avanço do indicador do BC. Os setores cresceram, respectivamente, 0,79% e 0,64% em novembro, em relação ao saldo de outubro. A agropecuária, por sua vez, recuou 0,27% na comparação com o mês anterior, quando registrou um avanço significativo.

Comparações com o ano anterior permanecem positivas. A prévia do PIB indica que o nível da atividade econômica em novembro de 2025 é 1,25% maior do que o verificado no mesmo mês de 2024. No acumulado em 12 meses, a alta é de 2,39%, conforme os dados do BC.

Indicador é calculado a partir de uma base similar à do IBGE. Com divulgações mensais, a coleta de dados do Banco Central é classificada como a “prévia do PIB” por antecipar o andamento da atividade econômica. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apresenta os dados sobre o desempenho da economia apenas a cada período de três meses.

Resultado do terceiro trimestre teve diferença expressiva. Os dados oficiais do IBGE mostraram que o PIB brasileiro permaneceu estável e avançou 0,1% entre os meses de julho e setembro, na comparação com os três meses anteriores. No IBC-Br, foi contabilizado um recuo de 0,9% da atividade econômica no mesmo intervalo. Ambos os resultados ainda podem ser atualizados.


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