Amazonas
Ufam e UEA têm nota 3 e Fametro e Nilton Lins nota 1 no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, informa MEC
O Enamed é uma prova anual aplicada pelo MEC por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para avaliar a formação médica no Brasil.
O Revalida valida no Brasil o diploma de graduação em medicina expedido no exterior. (Foto:Marcelo Camargo/AgB)
O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (19) o resultado da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Dos 351 cursos avaliados, 107 ficaram com notas 1 e 2 e vão sofrer sanções.


Em Manaus, foram avaliados 4 cursos: o da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com nota 3, o da Universidade do Estado do Amazonas, com nota 3, o da Universidade Nilton Lins, com nota 1, e o do Centro Universitário Ceuni – Fametro, com nota 1.
O Enamed é uma prova anual aplicada pelo MEC por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para avaliar a formação médica no Brasil.
De acordo com a avaliação:
24 cursos tiveram como resultado o conceito Enade 1, o menor índice;
83 cursos tiveram como resultado o conceito Enade 2;
80 cursos ficaram com conceito Enade 3;
114 atingiram o conceito Enade 4; e
49 ficaram com conceito Enade 5.
Além disso, um curso ficou sem conceito (SC) por ter menos de 10 alunos avaliados.
O que vai acontecer com os cursos 1 e 2?
As instituições com conceito 1 ou 2 no exame estarão sujeitas à penalidades. Cursos com conceito 2 terão redução de vagas para ingresso. Já aqueles com conceito 1 terá suspensão total do ingresso de novos estudantes.
Em reunião com a imprensa nesta segunda-feira, o ministro Camilo Santa informou que das 107, apenas 99 vão passar por penalidades porque as faculdades estaduais e municipais não estão sob a gerência do ministério.
O que acontece agora com os cursos:
8 cursos não vão mais poder receber alunos, estão suspensos do Fies e de outros programas federais;
13 cursos vão ter que reduzir pela metade o número de cursos e também estão suspensos do Fies e de outros programas federais;
33 cursos vão ter que reduzir em 25% o número de vagas, além de estarem suspensos do Fies e de outros programas federais;
45 cursos não podem mais aumentar o número de vagas.
Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, as universidades vão ter um prazo para apresentar uma defesa e reforça que a proposta com o curso é garantir a qualidade do ensino, protegendo a população que, depois, é assistida por esses profissionais.
“É uma maneira da instituição se aperfeiçoar. É um instrumento para que a gente possa fazer as instituições corrigirem e ter um ensino de qualidade. É uma forma de monitoramento com o único objetivo de melhorar o ensino”, disse Camilo.
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