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Amazonas

Produção industrial do Amazonas teve queda de 2,8% em novembro em relação a outubro, aponta pesquisa do IBGE divulgada nesta quarta-feira (14/01)

A produção industrial no Brasil cresceu em 8 dos 15 locais pesquisados em novembro ante outubro.

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Em novembro de 2025, a produção industrial no Amazonas caiu 2,8% em relação a outubro e de 3,7% em relação a novembro de 2024, acumulando crescimento de 0,7% no ano e 1,3% nos 12 meses anteriores, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (14/01).

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A produção industrial no Brasil cresceu em 8 dos 15 locais pesquisados em novembro ante outubro. Houve perdas em Goiás (-6,4%), Amazonas (-2,8%), Ceará (-2,6%), Rio de Janeiro (-1,9%), Santa Catarina (-0,8%), São Paulo (-0,6%) e Pará (-0,5%). Na média global, a indústria nacional ficou estável (0,0%) em novembro ante outubro, de acordo com o IBGE.

Houve expansão no Mato Grosso (7,2%), Espírito Santo (4,4%), Paraná (1,1%), Pernambuco (0,9%), Minas Gerais (0,9%), Bahia (0,9%), Rio Grande do Sul (0,6%) e Região Nordeste (0,1%).

A média móvel trimestral mostrou variação negativa de 0,1% no trimestre encerrado em novembro de 2025 frente ao nível do mês anterior. Os recuos mais acentuados foram registrados por Pará (-1,3%), São Paulo (-1,0%), Rio de Janeiro (-0,7%) e Bahia (-0,5%). Por outro lado, Mato Grosso (4,8%), Amazonas (2,8%), Espírito Santo (2,6%) e Minas Gerais (1,4%) assinalaram os avanços mais elevados.

No confronto entre os resultados do segundo quadrimestre de 2025 e o período setembro-novembro de 2025, ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior, somente quatro dos dezoito locais pesquisados mostraram perda de dinamismo, acompanhando, assim, o movimento observado no total nacional, que passou de 0,4% para 0,1%.

Em termos regionais, Pará (de 1,4% para -4,1%), Paraná (de -0,8% para -2,8%), Rio de Janeiro (de 7,8% para 6,0%) e Santa Catarina (de 2,2% para 2,0%) assinalaram as perdas entre os dois períodos, enquanto Rio Grande do Norte (de -14,4% para 2,0%), Espírito Santo (de 17,5% para 24,1%), Amazonas (de -0,5% para 4,9%), Goiás (de 1,6% para 5,7%), Mato Grosso (de -12,1% para -8,8%), Bahia (de -1,1% para 1,6%) e Minas Gerais (de 0,5% para 2,8%) apontaram os avanços mais acentuados.

Na média nacional, a indústria brasileira operava em patamar 2,4% acima do pré-crise sanitária.
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Os locais com nível de produção aquém do pré-covid foram São Paulo (-2,8%), Pará (-8,1%), Ceará (-10,6%), Nordeste (-15,8%) e Bahia (-18,6%).


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