Amazonas
Pais de crianças e adolescentes da macrorregião Oeste do Amazonas devem atualizar caderneta de vacinação
De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, a cobertura vacinal está abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Os 21 municípios da macrorregião Centro Amazonense – entre eles Eirunepé, Maraã, Tabatinga e Tefé – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Segundo a diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Tatyana Amorim, o desafio na região é garantir que a vacina chegue com qualidade e segurança a cada comunidade.
“Hoje, entre as doenças imunopreveníveis, as maiores preocupações são febre amarela – o Amazonas por ser uma área endêmica, o alerta é permanente; o sarampo pela possibilidade de reintrodução do vírus caso haja queda nas coberturas; poliomielite que segue como alerta nacional e exige alta cobertura para evitar risco de retorno.”
O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis gratuitas, durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso de suas vacinas. A vacina de HPV, inclusive, está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Em Tefé, a moradora Greite Coelho de Castro, de 33 anos, mantém a caderneta do filho de 2 anos sempre em dia e reforça a importância da proteção desde cedo. “A importância de vacinar é uma das formas mais importantes de proteger a saúde dele [do filho]. As vacinas previnem doenças que podem causar complicações sérias, internações e até risco de morte.”
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