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Amazonas

Conselho Nacional do Ministério Público vai acompanhar investigação das mortes em Atalaia

O encaminhamento do Processo Interno de Comissão (PIC), será acompanhado por um grupo especial de juristas que atuará para que o crime seja devidamente apurado e os responsáveis punidos.

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) divulgou Nota, assinada pela Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais, informando que instaurou um Processo Interno de Comissão (PIC) para acompanhar e fiscalizar a investigação sobre as mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, no Amazonas.

De acordo com o conselheiro e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais, Otavio Luiz Rodrigues Jr., o encaminhamento do PIC será acompanhado por um grupo especial de juristas, coordenado pelo promotor de Justiça Sérgio Henrique Furtado Coelho, membro auxiliar do CNMP que atuará para que o crime seja devidamente apurado e os responsáveis punidos.

Na íntegra, a NOTA, publicada no portal do Conselho Nacional do Ministério Público:

“A Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais (CDDF) do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) repudia os atos de violência cometidos contra o cidadão brasileiro Bruno Pereira e o súdito britânico Dom Phillips, que, segundo indicam as investigações, resultaram em suas mortes. A vida e sua conspícua dignidade são valores inegociáveis e a defesa dos direitos fundamentais é uma obrigação das instituições de Estado. Nesse sentido, determinei a instauração de um PIC (Processo Interno de Comissão) no âmbito do CNMP para acompanhar e fiscalizar a investigação dos fatos ocorridos na Amazônia, em apoio aos ofícios das autoridades policiais e do Ministério Público.

Além disso, designei um grupo especial de acompanhamento, formado pelo promotor de Justiça Sérgio Henrique Furtado Coelho, membro auxiliar do CNMP, que o coordenará; pelo juiz de Direito Luciano Nunes Maia Freire, assessor de apoio interinstitucional do CNMP; e pelos integrantes do Grupo de Trabalho de Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas e de Comunidades Tradicionais, instituído no âmbito da CDDF: Júlio José Araújo Júnior, procurador da República e André Paulo dos Santos Pereira, promotor de Justiça do Estado de Roraima. A CDDF atuará diligentemente para que esse crime seja devidamente apurado e os responsáveis punidos”.

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