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Qualidade do ar volta a ficar péssima em Manaus nesta quarta-feira (23/09), aponta App Selva

Esta é a quarta vez em menos de 30 dias que Manaus amanhece encoberta por fumaça. Situações semelhantes foram registradas no dia 9 , no dia 13 e no dia 17 setembro.

A qualidade do ar em Manaus amanheceu péssima e muito ruim na maioria das zonas da cidade nesta quarta-feira (23/09), de acordo com o Sistema Eletrônico de Vigilância ambiental (App Selva). A qualidade do ar é influenciada pelo tempo seco, calor e registros recentes de fumaça de queimadas na região.

Esta é a quarta vez em menos de 30 dias que Manaus amanhece encoberta por fumaça. Situações semelhantes foram registradas no dia 9 , no dia 13 e no dia 17 setembro.

 

Desde as primeiras horas do dia, a fumaça já era vista em diferentes pontos da capital e moradores relatavam cheiro forte no ar. Imagens feitas nesta manhã mostram Manaus encoberta por uma camada de fumaça.

Com a piora da qualidade do ar, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) orienta a população a reduzir a exposição à fumaça, especialmente crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias ou cardíacas.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) o Amazonas registrou o segundo maior número de queimadas nas últimas 48 horas. Foram 773, contra 797 no Pará. No Brasil, foram 2.994 focos. Novo Aripuanã, Manicoré, Apuí e Autazes são os municípios do Estado com maior número de quaimadas nas últimas horas.

Nos períodos de pior qualidade do ar, a recomendação é evitar exercícios físicos ao ar livre, principalmente caminhada, corrida e ciclismo. A orientação também é manter-se hidratado e proteger olhos e nariz.

Quando a exposição à fumaça for inevitável, máscaras adequadas, como a N95, podem ajudar a reduzir a inalação de partículas.

Tosse, irritação ou dor de garganta, ardência e lacrimejamento dos olhos, coriza, dor de cabeça, chiado no peito, falta de ar e agravamento de crises de asma estão entre os principais sinais de alerta.

Em casos leves, a orientação é procurar uma unidade básica de saúde. Para sintomas mais graves, a recomendação é buscar atendimento em uma unidade de urgência e emergência. Em situações de emergência, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pode ser acionado pelo telefone 192.


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