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Brasil

Sete de Setembro: soberania, Copa e combate ao feminicídio serão temas

Para este ano, o governo federal definiu três eixos temáticos: a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama do Brasil, Janja Silva, acompanharam o desfile em comemoração ao 7 de Setembro, nesta segunda-feira (7/9), na Esplanada dos Ministérios, ao lado dos chefes dos Três Poderes. O evento começou às 9h e terminou por volta das 11h20, com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Cerca de 70 mil passaram pelo evento, segundo a Secretaria de Comunicação (Secom), da Presidência da República.

Para este ano, o governo federal definiu três eixos temáticos: a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027.

A celebração teve início com o passeio de Lula e Janja pela Esplanada a bordo do Rolls-Royce presidencial. Em seguida, eles se acomodaram na tribuna das autoridades, onde já estava o vice-presidente Geraldo Alckmin.

A cerimônia contou com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, em meio à crise desencadeada na instituição após os desdobramentos das investigações sobre o Banco Master.

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também acompanham a solenidade na Esplanada, assim como o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o ministro da Fazenda, Dario Durigan. As autoridades chegaram por volta das 8h15.

Na tribuna das autoridades, uma cena chamou a atenção. Cinco meses após ser rejeitado para vaga no STF, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, foi visto cumprimentando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, não participou da cerimônia. Durante o desfile, ela visitou o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob).

No ano passado, a tradicional comemoração do 7 de Setembro não teve a participação de membros da Suprema Corte. À época, estava em curso o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado. Desta vez, apenas Fachin acompanhou o evento.


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