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Amazonas

Manaus teve queda no número de assinaturas de telefonia móvel, apontam números da Anatel

O recorde de acessos à telefonia móvel em Manaus ocorreu em 2020, em plena pandemia de Covid-19.

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O número de assinantes do serviço de Telefonia Móvel em Manaus caiu em 2025, em relação a 2024, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações. O número vem caindo desde 2023. A chamada densidade de telefonia móvel na cidade, em novembro do ano passado, ficou em 107,6 por 100 habitantes, contra 108,8 em 2024, o que revela que há mais chips que pessoas.

manaus-teve-queda-no-numero-deEm novembro de 2025, Manaus registrava 2.826.220 acessos de telefones móveis, uma densidade maior que a do Estado, que era de 84,6 e maior do que a densidade no Brasil, que era de 101,9. A cidade estava em 12º lugar entre 450 município da manaus-teve-queda-no-numero-deRegião Norte e em 314º entre 5.570 no País.

A tecnologia 4G ainda era a maioria em Manaus, com 1.801.632 acessos, seguida da 5G, com 684.493. Ainda havia 203.095 acessos em 3G e 175.936 em 2G.

O recorde de acessos à telefonia móvel em Manaus ocorreu em 2020, em plena pandemia de Covid-19. Foram 3.063.765, com densidade de 122. À época, a densidade era 39,7% maior que a densidade do Estado.

TV por assinatura

Em novembro de 2025, Manaus tinha 65.122 acessos de TV por assinatura, de acordo com a Anatel, uma densidade de 2,9 por 100 habitantes. A maior parte via cabo coaxial (46.011), seguido por satélite (14.675) e fibra (4.435). O número de acessos vem caindo desde 2018, quando chegou a 208.150.

O mesmo vem ocorrendo com a telefonia fixa, que caiu de 237.937acessos em 2019, para 164.660, em novembro de 2025. Uma densidade de 7,2 por 100 habitantes e 24,2% menos que a densidade do País, de 9,5.

Brasil

Os dados da Anatel de acesso do mercado móvel brasileiro referentes ao mês de novembro de 2025 no País revelam que o período representou o pior crescimento do ano passado (os dados de dezembro ainda não foram publicados).

Em novembro, o mercado móvel registrou aumento líquido de apenas 125 mil linhas — totalizando 270,2 milhões de acessos móveis no Brasil tanto de Internet das Coisas (IoT) quanto de celulares normais (chamados de “padrão” pela Anatel). Para efeito de comparação, em outubro o crescimento líquido passou de 1,2 milhão.

Uma das razões que explicam o desempenho modesto no mercado de telecomunicações é o segmento de IoT. As principais operadoras que fornecem esse tipo de serviço venderam menos na comparação com os demais meses de 2025. Com isso, o País encerrou o período com 53,5 milhões de chips para Internet das Coisas ativos. Os números completos do segmento estão disponíveis no final do texto.

A forte desaceleração do mercado móvel em novembro do setor foi mais leve no 5G. O número de brasileiros que estão usando essa tecnologia segue crescendo de forma consistente. Durante esse período, o número de entrantes na quinta geração móvel chegou a 1,6 milhão (para 56,6 milhões no total).

Os brasileiros passaram a consumir mais dados de Internet tanto em planos de telefonia móvel quanto na banda larga. Apesar disso, a queda nos preços só foi percebida nos planos de Internet fixa. É isso que apontou o último Panorama Econômico-Financeiro do Setor de Telecomunicações referente ao terceiro trimestre de 2025, divulgado pela Anatel.

De acordo com o relatório, o consumo médio de Internet móvel no Brasil avançou 6,2% no terceiro trimestre do ano passado em comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo intervalo, o preço médio por gigabyte (GB) passou de R$ 5,87 no 3ºT24 para R$ 5,97 no 3ºT25.

A alta de 1,7% ficou abaixo da inflação acumulada no período, que foi de 5,17%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).


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