De acordo com a polícia, o grupo é acusado de praticar crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, estelionato, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.
A ação cumpriu mandados de busca em um condomínio e apreendeu 21 veículos em uma concessionária.
Esquema criminoso movimentou R$ 70 milhões em sete anos, utilizando empresas de fachada para comprar drogas na Colômbia e distribuí-las.
Também foram apreendias mais de 3 mil munições, carregadores, lanchas e motores.
Um dos presos é dono de um banco que, segundo a polícia, era usado como fachada para lavar dinheiro da quadrilha.
Promotor considera “o fato público e notório de que as promoções dos policiais civis do Estado do Amazonas encontra-se com defasagem temporal considerável”.
Segundo a delegada Patrícia Leão, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher, os dados comprovam a importância das medidas protetivas para salvar vidas
Foram 81 presos e 42 fuzis apreendidos na ação das polícias Civil e Militar.
Além do Amazonas, a operação contra facções criminosas cumpre mandados de prisão e busca e apreensão em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.