Os setores de serviços de educação, saúde e serviços sociais ficam em segundo por concentrar a maior participação feminina, com 74%.
Apenas 4% vivem em um mercado que as condições quase se equiparam entre gêneros.
Houve melhora na proporção de pessoas que enxergam a renda como suficiente para arcar com despesas essenciais.
Acessibilidade e capacitismo são as principais barreiras no Brasil.