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Produção industrial do Amazonas cresce 1,9% em janeiro de 2025, frente a dezembro, acima da média nacional, aponta IBGE
O levantamento também aponta que a produção da indústria amazonense caiu 6,8% em relação a janeiro de 2025, acumulando um resultado negativo de 0,4% nos últimos 12 meses.
A produção industrial cresceu 1,9% no Amazonas em janeiro deste ano, em relação ao mês anterior, um resultado bem acima da média nacional, que registrou alta de 0,2%. Os dados integram a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, divulgada na sexta-feira (13/03), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O levantamento também aponta que a produção da indústria amazonense caiu 6,8% em relação a janeiro de 2025, acumulando um resultado negativo de 0,4% nos últimos 12 meses.

Sete dos 15 locais pesquisados apresentaram resultados positivos. Os avanços mais acentuados foram no Pará (8,6%), São Paulo (3,5%), Minas Gerais (3,2%) e Bahia (3,0%). Já Rio Grande do Sul (-4,5%), Espírito Santo (-4,3%) e Ceará (-2,5%) tiveram as quedas mais intensas.
A média móvel trimestral foi de -0,1%, com resultados negativos em 11 dos 15 locais pesquisados. Os recuos mais acentuados foram registrados por Goiás (-3,9%), Amazonas (-2,4%), Ceará (-2,2%), Santa Catarina (-2,1%), Bahia (-2,1%), Rio Grande do Sul (-1,9%) e Espírito Santo (-1,8%). Por outro lado, Mato Grosso (1,6%) mostrou o avanço mais elevado em janeiro de 2026.
Frente a janeiro de 2025, na série sem ajuste sazonal, a indústria variou 0,2% em janeiro de 2026, com resultados positivos em oito dos 18 locais pesquisados. As altas mais intensas foram em Pernambuco (27,7%) e Espírito Santo (14,5%). Rio Grande do Norte (-24,9%) e Bahia (-10,3%) registraram recuos mais intensos.
No acumulado dos últimos 12 meses, o setor industrial avançou 0,5%, com taxas positivas em oito dos 18 locais pesquisados.
Sete dos quinze locais pesquisados mostraram resultados positivos em janeiro frente a dezembro, na série com ajuste sazonal. Pará (8,6%) teve a expansão mais acentuada e interrompeu quatro meses consecutivos de taxas negativas, período em que acumulou redução de 13,2%. São Paulo (3,5%), Minas Gerais (3,2%), Bahia (3,0%), Região Nordeste (2,0%) e Amazonas (1,9%) também registraram avanços mais intensos do que a média nacional (1,8%), enquanto Paraná (1,5%) completou o conjunto de locais com índices positivos em janeiro de 2026.
No confronto do resultado do último trimestre de 2025 com o do índice mensal de janeiro de 2026, ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior, oito dos dezoito locais pesquisados mostraram ganho de dinamismo, acompanhando, assim, o movimento observado no total nacional, que passou de -0,7% para 0,2%.
Em termos regionais, Pernambuco (de 1,8% para 27,7%), Mato Grosso do Sul (de -12,9% para 8,7%), Pará (de -9,4% para 0,5%), Maranhão (de -2,9% para 6,2%) e Mato Grosso (de -3,9% para 5,2%) tiveram os ganhos mais acentuados entre os dois períodos, enquanto Rio Grande do Norte (de -7,5% para -24,9%), Espírito Santo (de 24,4% para 14,5%), Goiás (de 4,4% para -4,4%), Rio Grande do Sul (de 2,1% para -6,5%), Bahia (de -1,8% para -10,3%), Amazonas (de 0,8% para -6,8%), Santa Catarina (de 0,2% para -6,5%) e Ceará (de -1,4% para -7,5%) assinalaram as principais perdas.
O acumulado nos últimos 12 meses, ao crescer 0,5% em janeiro de 2026, permaneceu positivo, mas ainda assinalando perda de ritmo frente aos resultados dos meses anteriores. Em termos regionais, oito dos dezoito locais pesquisados registraram taxas positivas em janeiro de 2026, mas dez apontaram menor dinamismo frente aos índices de dezembro de 2025. Bahia (de 0,3% para -1,0%), Santa Catarina (de 3,2% para 2,0%), Rio Grande do Sul (de 2,3% para 1,2%), Rio Grande do Norte (de -11,8% para -12,5%), Ceará (de -0,7% para -1,3%) e Amazonas (de 0,1% para -0,4%) tiveram as perdas mais acentuadas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, enquanto Pernambuco (de -3,8% para -0,6%), Espírito Santo (de 11,6% para 13,6%), Maranhão (de -5,3% para -3,9%), Mato Grosso do Sul (de -12,8% para -12,1%) e Rio de Janeiro (de 5,1% para 5,7%) mostraram os principais ganhos entre os dois períodos.
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