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Comércio varejista do Amazonas registrou crescimento de 1,8% em fevereiro, informa IBGE

O volume de vendas do comércio varejista no País cresceu 1,1%, na série com ajuste sazonal, após variar 2,1% em janeiro.

Venda a varejo de material escolar em lojas da 25 de Março, região central.

Em fevereiro de 2022, o volume de vendas do comércio varejista do Amazonas cresceu 1,8%, na série com ajuste sazonal, após variar -4,1% em janeiro. Frente a fevereiro de 2021, as vendas do comércio varejista cresceram 21,5% no Estado. No comércio varejista ampliado, na comparação com fevereiro de 2021, a variação foi de 16,5%. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O volume de vendas do comércio varejista no País cresceu 1,1%, na série com ajuste sazonal, após variar 2,1% em janeiro. A média móvel trimestral, variou 0,2% no trimestre encerrado em fevereiro, depois da estabilidade (0,0%) no trimestre até janeiro. Na série sem ajuste, o comércio varejista cresceu 1,3% frente a fevereiro de 2021, depois de queda de 1,5% em janeiro de 2022, frente a janeiro de 2021. No acumulado no ano, o varejo teve variação de -0,1%. Já o acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 1,3% até janeiro para 1,7% em fevereiro, o setor mostrou aumento de intensidade de crescimento.

De janeiro a fevereiro de 2022, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista cresceu 1,1%, com resultados positivos em 26 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (8,0%), Rondônia (8,0%) e Acre (5,9%). Somente Tocantins teve resultado negativo (-3,7%).

Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, avançou 2,0%, puxado por 23 das 27 UFs, com taxas positivas mais intensas no Amapá (8,7%), Acre (8,4%) e Mato Grosso do Sul (7,1%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram Pernambuco (-14,1%), Bahia (-2,5%), Espírito Santo (-1,9%) e Goiás (-0,4%).

Na comparação com fevereiro de 2021, o comércio varejista avançou 1,3%, com taxas positivas em seis das oito atividades: livros, jornais, revistas e papelaria (18,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,4%), tecidos, vestuário e calçados (8,0%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,0%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,0%) e combustíveis e lubrificantes (0,1%). Já equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-7,2%) e móveis e eletrodomésticos (-12,6%) registraram queda. Considerando o comércio varejista ampliado, para a mesma comparação, veículos e motos, partes e peças registrou aumento de 1,4% e material de construção registrou queda de 8,0%.

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