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Responsável por invadir a Ucrância, Rússia proíbe plataformas Facebook e Twitter no país

O vice-presidente de comunicações globais da Meta, Nick Clegg, afirmou que a empresa está se esforçando para tentar reestabelecer os serviços na Rússia

A autoridade de comunicação do governo da Rússia anunciou que, a partir desta sexta-feira (4), as plataformas da Meta, empresa dona do Facebook, estão com o acesso bloqueado no país. Além da Meta, a agência de notícias russa TASS informou que o Twitter também foi bloqueado no território russo.

Existem relatos de que outros serviços de informação de países do Ocidente estão sendo bloqueados, como é o caso dos canais de notícias britânico BBC e alemão Deutsche Welle. Além disso, a plataforma Wikipédia também teria sido bloqueada.

Em resposta ao anúncio, o vice-presidente de comunicações globais da Meta, Nick Clegg, afirmou que a empresa está se esforçando para tentar reestabelecer os serviços na Rússia, mas que não pode ir contra uma decisão governamental.

Além do Facebook, a Meta é proprietária do Instagram e do WhatsApp. Ambos os aplicativos também devem entrar no grupo de redes sociais banidas no país.

Na semana passada, dias após a invasão da Ucrânia, a direção do Facebook alertou, em nota, que a Rússia já ameaçava impor restrições às plataformas que fazem parte da Meta, visto que a empresa negou o pedido para parar de realizar checagens em notícias que eram veiculadas pelo governo do presidente Vladimir Putin.

Outro fator que explica a decisão russa é a tentativa, por parte da Rússia, de impedir a organização de protestos contra a guerra por meio das redes sociais da plataforma. As manifestações são proibidas no país. Para serem realizadas, os grupos de manifestantes precisam de uma autorização do governo com, no mínimo, 10 dias de antecedência.

As informações são da CNN.

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