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Brasil

Região Norte tem pior índice de acesso a rede de esgoto, diz pesquisa do IBGE

Em todo o País, 66,3% do total de domicílios do país tinham acesso a rede geral ou fossa ligada à rede para escoamento de esgotos. O maior percentual estava no Sudeste (88,6%) e os menores estavam no Norte (21,8%).

Só duas em cada dez casas da Região Norte tinham acesso a rede geral ou fossa ligada à rede de esgotos no ano passado. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a PNAD Contínua, do IBGE, divulgada nesta semana. A Região Norte é a que tem o menos índice de atendimento de esgoto em todo o País, diz o IBGE.

Em todo o País, 66,3% do total de domicílios do país tinham acesso a rede geral ou fossa ligada à rede para escoamento de esgotos. O maior percentual estava no Sudeste (88,6%) e os menores estavam no Norte (21,8%) e Nordeste (44,6%).

De 2017 para 2018, o percentual de domicílios com acesso à rede ou de fossa ligada à rede da Região Centro-Oeste aumentou de 52,5% para 55,6%, com maiores variações em Mato Grosso (de 29,8% para 34,9%) e Mato Grosso do Sul (de 41,4% para 48,2%).

No Brasil, 91,1% dos domicílios tinham acesso a algum tipo de coleta de lixo. Os outros 8,9% queimavam o lixo na propriedade ou lhe davam outro destino. Um contingente de 20,1 milhões de pessoas não tinham acesso a nenhum tipo de coleta de lixo, sendo 10,5 milhões no Nordeste e 3,8 milhões no Norte.

O número de domicílios no Brasil cresceu de 69,5 milhões para 71,0 milhões em 2018, representando um aumento de 2,2%. O maior crescimento relativo foi da Região Norte, 3,1%, enquanto o Nordeste teve a menor expansão, 1,7%. Em relação a 2016, o aumento foi de 3,1% (2,1 milhões de unidades) no país.

Em 2018, 60,1 milhões de domicílios eram casas, equivalendo a 86,0% do total, um aumento de 910 mil unidades frente a 2017. Os apartamentos, que tinham sofrido retração de 2016 para 2017 (-3,1%), cresceram 7,1% em 2018 (mais 651 mil unidades).

A população do país cresceu 5,1% entre 2012 e 2018. Das unidades da federação, três apresentaram crescimento populacional acima de 10%: Roraima (20,3%), Amapá (13,9%) e Amazonas (10,8%).
Entre as Grandes Regiões, o percentual de domicílios com água canalizada variou de 92,8%, na Região Nordeste, a 99,8%, nas Regiões Sudeste e Sul. A Região Norte apresentou a menor proporção de domicílios em que a principal fonte de abastecimento de água era a rede geral de distribuição (58,9%), enquanto a Região Sudeste, a maior (92,4%).

Em 2018, estima-se que 66,3% do total de domicílios do país tinham acesso a rede geral ou fossa ligada à rede para escoamento de esgotos. No Sudeste 88,6% dos domicílios tinham ligação à rede geral ou fossas ligadas à rede geral de esgotos. Os menores percentuais estavam no Norte (21,8%) e Nordeste (44,6%).

No Brasil, em 2018, 83,0% dos domicílios tinham acesso a coleta direta de lixo e 8,1% faziam coleta via caçamba de serviço de limpeza, enquanto 8,9% queimavam ou lixo na propriedade ou lhe davam outro destino, como depositar em valões, por exemplo. Isso representa um contingente de 20,1 milhões de pessoas sem acesso a algum tipo de coleta de lixo. Entre as Grandes Regiões, o Nordeste tinha o maior contingente de moradores nessas condições, com 10,5 milhões, seguido pelo Norte, com 3,8 milhões.

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