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Nova edição do CNU terá bonificação para mulheres para reduzir o desequilíbrio de gênero

Apesar de as mulheres representarem 52% dos inscritos, a minoria dos aprovados, 41%, foram do sexo feminino.

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A nova do edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) terá mudanças, anunciou o governo. Segundo o Executivo, as provas devem ser realizadas no segundo semestre deste ano, e a homologação está prevista para junho de 2026.

Está previsto neste ano um sistema de bonificação para mulheres nas fases iniciais do concurso como forma de reduzir o desequilíbrio de gênero entre os aprovados na primeira edição do CNU, feita em 2024. Apesar de as mulheres representarem 52% dos inscritos, a minoria dos aprovados, 41%, foram do sexo feminino.

Além disso, o estímulo à participação feminina em áreas tradicionalmente masculinas, como tecnologia e infraestrutura, por meio de programas de mentoria, também é uma medida em análise.

‘Bolinha’

A segunda edição do concurso não terá mais as “bolinhas” no preenchimento de informações dos cartões de resposta. No novo sistema, os candidatos serão identificados por um código de barras.

A mudança será implementada após candidatos terem problemas com o sistema de preenchimento na primeira edição. Agora, cada caderno de questões virá com um código único, que identificará o candidato sem revelar seus dados pessoais aos corretores.

De acordo com o governo, a máquina consegue ler e garantir que aquela prova pertence àquela pessoa.

O Executivo federal também anunciou que a escolha da banca do CNU 2025 deve ser feita em abril, e que as provas serão realizadas no segundo semestre. A homologação está prevista para junho de 2026.

Não haverá outra edição do CNU em 2026 devido ao calendário eleitoral, que restringe a realização desse tipo de prova.


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