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Brasil

Concurso de Jornalismo e Comunicação vai premiar projetos em defesa do meio ambiente e de direitos indígenas

Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação, voltado a projetos que atuam na proteção do meio ambiente e na defesa dos direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais.

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Estão abertas as inscrições para o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação, voltado a projetos que atuam na proteção do meio ambiente e na defesa dos direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais. Podem participar jornalistas profissionais, fotojornalistas, artistas, educadores, pesquisadores, comunicadores indígenas e de comunidades tradicionais. A candidatura é feita gratuitamente neste link.

A seleção é coordenada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. O objetivo do concurso é honrar o legado do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, assassinados em 2022 no Vale do Javari (AM).

O período de submissão de iniciativas nas áreas de jornalismo, comunicação e educação midiática vai até às 23h59 do dia 21 de maio de 2026. As inscrições devem ser feitas por pessoas físicas com mais de 18 anos. É permitido que um participante inscreva mais de uma iniciativa, inclusive em categorias diferentes, mas cada trabalho só poderá ser submetido em uma única modalidade.

As iniciativas devem ser classificadas em uma das seis categorias disponíveis:

Reportagem em Texto,
Fotojornalismo e Artes Visuais,
Reportagem Audiovisual,
Comunicação Indígena,
Comunicação de Comunidades Tradicionais e
Educação Midiática.

Serão aceitos trabalhos publicados ou veiculados a partir de janeiro de 2023. O edital garante acessibilidade, permitindo ao candidato enviar as informações da inscrição de forma oral, por meio de arquivos de áudio (MP3) ou vídeo (MP4) com até 20 minutos de duração. O concurso reserva espaço para comunicadores indígenas e de comunidades tradicionais, que devem comprovar vínculo comunitário mediante declaração de liderança reconhecida.

O processo de seleção será conduzido por um Corpo de Jurados composto por até 30 profissionais com experiência reconhecida em direitos humanos, meio ambiente e comunicação. Os critérios de avaliação incluem relevância social, qualidade técnica, originalidade, rigor ético e a contribuição para o enfrentamento da desinformação.


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