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Amazonas

Sindicato dos Médicos do Amazonas diz que unidades “viveram um caos jamais registrado”

Os médicos dizem que, desde a última sexta-feira, até o início da semana, as unidades de saúde “viveram um caos jamais registrado, decorrente da ausência de enfermeiros e técnicos de enfermagem.

O Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), publicou nota, nesta quinta-feira, em que chama de desmandos cometidos pelo atual governo do Estado e diz que o governo ataca diretamente os profissionais médicos e todos os trabalhadores da área da saúde que atuam nos prontos-socorros, maternidades e serviço de pronto atendimento (SPAs) de Manaus. Os médicos dizem que, desde a última sexta-feira, até o início da semana, as unidades de saúde “viveram um caos jamais registrado, decorrente da ausência de enfermeiros e técnicos de enfermagem.

A nota diz que os enfermeiros e técnicos de enfermagem estão sem receber há quatro meses, ficando sem o dinheiro para a passagem do transporte coletivo. “Mesmo diante da própria responsabilidade, o governo insiste em criminalizar os profissionais que sofrem com a falta dos seus proventos”, acrescenta.

O Simeam afirma que durante o fim de semana que revelou o colapso do sistema de saúde do Amazonas, nenhum profissional médico se ausentou das atividades, mesmo prejudicados, também, com pagamentos atrasados. “Diante esse caos, o Simeam vai estudar medidas a serem adotadas ainda este ano e ingressará um representação contra o governo junto ao Ministério Público do Estado, o Ministério Público Federal e na Assembleia Legislativa, denunciando “todas as perdas que os trabalhadores vão ter com as medidas do governo”.

A nota termina informando que um documento será enviado ao governador Wilson Lima e aos deputados estaduais, com o objetivo de que seja feita uma audiência pública para que o secretário da Fazenda apresente explicações sobre a real necessidade das modificações no calendário de pagamentos dos servidores e o aumento no desconto para a previdência de 11% para 14%.

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