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Amazonas

Sindicato de professores do Amazonas pede ajuda para adiar retorno das atividades presenciais nas escolas

No pedido, o sindicato alega que grande parte dos profissionais da educação, alunos e responsáveis não estão de acordo com o retorno das aulas presenciais, pois não sentem segurança para que isso ocorra.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) informou que solicitou ao Ministério Público do Estado (MP-AM) que intervenha junto às administrações estadual e municipal com a finalidade de adiar o retorno das aulas presenciais, previstas para iniciar no fim de julho. O SINTEAM também pediu que o órgão ministerial intervenha para garantir o cumprimento de protocolos de proteção determinados pelos órgãos competentes.

Segundo o Sinteam, a esta sexta-feira, Secretaria de Estado da Educação (Seduc) não respondeu ao pedido de reunião com o sindicato e nem encaminhou a minuta do plano de biossegurança para ser debatido e divulgado entre a categoria.

“Nossa intenção é primar pela saúde dos alunos e trabalhadores em educação na retomada das atividades presenciais, uma vez que o vírus em questão possui alta capacidade de contaminação e ainda não foi descoberta vacina ou remédios que atuem contra o mesmo”, afirma a presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues.

No pedido, o sindicato alega que grande parte dos profissionais da educação, alunos e responsáveis não estão de acordo com o retorno das aulas presenciais, pois não sentem segurança para que isso ocorra.

Em uma ‘live’ realizada pelo Sintem, na quinta-feira, à noite, pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) defenderam retardar o reinício das aulas presenciais como forma de evitar uma terceira onda. Embora o número de casos em Manaus tenha reduzido, no interior do estado, o número de casos de Covid-19 continua em ascensão.

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