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Amazonas

Setor de serviços volta a ser o campeão em geração de empregos no Amazonas em 2019

O setor de serviços gerou mais empregos formais que a indústria de transformação, que inclui o Polo Industrial de Manaus (PIM) que recebe incentivos fiscais da Zona Franca.

Com 3.612 novas vagas, o setor de serviços foi o campeão de geração de empregos com carteira assinada no Amazonas em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados hoje (24). No Estado, o setor de serviços gerou mais empregos formais que a indústria de transformação, que inclui o Polo Industrial de Manaus (PIM) que recebe incentivos fiscais da Zona Franca, que gerou 3.168 novas vagas, seguido pela construção civil (2.125) e o comércio ( 2.113).

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados: saldo de empregos formais por setores da economia no Amazonas em 2019.

De acordo com o Cage, o setor econômico do Amazonas gerou, em 2019, um saldo 11.481 empregos formais, sendo 10.458 em Manaus. Em 2019, o saldo foi positivo para todas as unidades da federação. É o resultado do crescimento, ainda que pequeno, nos índices da economia do País.

Em 2018, o saldo de empregos formais no Amazonas foi o melhor registrado desde 2014, segundo o Caged, com 6.569 novos postos de trabalho. E o setor dos serviços também foi o que mais empregou, com saldo positivo de 5.201 novas contratações. Em 2017, o saldo geral de criação de novos empregos no Estado foi de apenas 78.

No recorte geográfico, as cinco regiões também fecharam o ano com saldo positivo. O melhor resultado absoluto foi o da Região Sudeste, com a criação de 318,2 mil novas vagas. Na Região Sul, houve abertura de 143,2 mil postos; no Nordeste, 76,5 mil; no Centro-Oeste, 73,4 mil; e no Norte, 32,5 mil. Considerando a variação relativa do estoque de empregos, as regiões com melhores desempenhos foram Centro-Oeste, que cresceu 2,30%; Sul (2,01%); Norte (1,82%); Sudeste (1,59%) e Nordeste (1,21%).
Brasil

No ano passado, o Brasil registrou a criação de 644 mil novas vagas de emprego formal, 21,63% a mais que o registrado em 2018. De acordo com o Ministério da Economia, o País registrou, em 2019, o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013, com estoque de empregos formais de 39 milhões de vínculos. Em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.

Todos os oitos setores da economia registraram saldo positivo no último ano. O destaque ficou com o setor de serviços, responsável pela geração de 382,5 mil postos. No comércio, foram 145,4 mil novas vagas e na construção civil, 71,1 mil. O menor desempenho foi o da administração pública, com 822 novas vagas.

De acordo com o Caged, também houve aumento real nos salários. No ano, o salário médio de admissão foi de R$ 1.626,06 e o salário médio de desligamento foi de R$ 1.791,97. Em termos reais (considerado o deflacionamento pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor-INPC), registrou-se crescimento de 0,63% para o salário médio de admissão e de 0,7% para o salário de desligamento, na comparação com novembro do ano passado.

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